Texto bíblico: "Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Colossenses 2:8-9).
O apóstolo Paulo nos adverte a vigiar contra todas as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à parte de Deus e de sua revelação escrita. Hoje, uma das maiores ameaças teológicas contra o cristianismo bíblico é o "humanismo secular", que se tornou a filosofia de base e a religião aceita em quase toda educação secular e é o ponto de vista aprovado na maior parte dos meios de comunicação e diversão no mundo inteiro.
(1) Que ensina a filosofia do humanismo?
(a) Ensina que o homem, o universo e tudo quanto existe é apenas matéria e energia moldadas ao acaso.
(b) Afirma que o homem não foi criado por um Deus pessoal, mas que resultou de um processo evolutivo.
(c) Rejeita a crença num Deus pessoal e infinito, e nega ser a Bíblia a revelação inspirada de Deus à raça humana.
(d) Afirma que não existe conhecimento à parte das descobertas feitas pelo homem, e que a razão humana determina a ética apropriada para a sociedade, fazendo do ser humano a autoridade máxima neste particular.
(e) Procura modificar ou melhorar o comportamento humano mediante educação, redistribuição econômica, psicológia moderna ou sabedoria humana.
(f) Crê que padrões morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que faz as pessoas sentirem-se felizes, que lhes dá prazer, ou que parece bom para a sociedade, de acordo com os alvos estabelecidos por seus líderes; deste modo, os valores e moralidade bíblicos são rejeitados.
(g) Considera que a auto-realização do homem, sua auto-satisfação e seu prazer são o sumo bem da vida.
(h) Sustenta que as pessoas devem aprender a lidar com a morte e com as dificuldades da vida, sem crer em Deus ou depender Dele.
(2) A filosofia do humanismo começou com satanás e é uma expressão da sua mentira de que o homem pode ser igual a Deus (Gênesis 3:5). As Escrituras identificam os humanistas como os que "mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador" (Romanos 1:25).
(3) Todos os dirigentes, pastores e pais cristãos devem envidar seus máximos esforços em proteger seus filhos da doutrinação humanista, desmascarando-lhes os erros e instilando nas mentes deles um desprezo santo pela sua influência destrutiva (Romanos 1:20-32; 2 Coríntios 10:4.5).
Pastor Lauro Cabral
"Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" (2 Tm 4.2). Ser servo de Deus é a coisa mais preciosa que pode acontecer a uma pessoa. Servir em espírito e verdade é experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossa vida.
domingo, 24 de maio de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
A Bíblia á a única regra infalível de fé e conduta
Texto Bíblico: "E reuniram-se em volta dele os fariseus e alguns escribas que tinham vindo de Jerusalém. E, vendo que alguns dos discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar, os repreendiam. Porque os fariseus e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes; e quando voltavam do mercado, se não se lavarem não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como o lavar os copos, os jarros, e os vasos de metal, e as camas. Depois, perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Porque não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem com as mãos por lavar? E Ele respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaias acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens, como o lavar os jarros e dos copos, e fazes muitas outras coisas semelhantes a estas." (Marcos 7:1-8)
Os fariseus e os escribas cometiam o pecado do legalismo. O legalismo substitui palavras e práticas externas as atitudes internas requerida por Deus, oriundas do novo nascimento, operado por Deus e pelo Espírito Santo. Tais pessoas honram a Deus com seus lábios, enquanto de coração estão longe Dele; externamente parecem justos, mas no seu íntimo não amam de verdade.
Legalismo não é simplesmente a existência de leis, regulamentos, normas, ou regras na comunidade cristã. Pelo contrário, legalismo tem a ver com os motivos pelos quais o cristão considera a vontade de Deus à luz da sua Palavra. Qualquer motivo para se cumprir mandamentos e regras que não parta de uma fé viva em Cristo, do poder regenerador do Espírito Santo e do desejo sincero do cristão de obedecer e de agradar a Deus é legalismo.
Os fariseus e os escribas pecavam por colocar a tradição humana acima da revelação divina (Marcos 7:8).
O cristão, neste tempo da graça, continua sujeito à instituição, à disciplina e ao dever da obediência à lei de Cristo e à sua Palavra. O Novo Testamento fala da "lei perfeita da liberdade" (Tiago 1:25). da "lei real" (Tiago 2:8), da "lei de Cristo" (Gálatas 6:2) e da "lei do Espírito" (Romanos 8:2). Na Palavra de Deus, há poder para o cristão, a saber:
- Mandamentos positivos (I Tessalonicenses 5:16-18);
- Mandamentos negativos (Romanos 12:2);
- Princípios básicos (I Coríntios 8:13; e,
- Regras prescritas por líderes espirituais dotados de autoridade para legislar em assuntos espirituais (Efésios 4:11,12; I Timóteo 3:54; Hebreus 13:7,17).
Alguns fariseus invalidavam os mandamentos de Deus, preferindo as suas próprias tradições e as idéias dos homens. Os cristãos hoje devem ter cuidado para não invalidarem a Palavra de Deus por causa da tradição, de idéias populares, ou das práticas culturais dos dias de hoje. Invalidar, assim, a Palavra de Deus é tornar-se culpado desse pecado dos fariseus e dos demais líderes judaicos. Tradição ou regra deve ter base nas verdades correlatas das Escrituras Sagradas (2 Tessalonicenses 2:15). As igrejas tem de resistir à tendência de exaltar tradições religiosas, sabedoria humana ou costumes contemporâneos que se sobreponham à Bíblia. A Bíblia Sagrada é a única regra infalível de fé e conduta; jamais deve ser anulada por idéias humanas.
Pastor Lauro Cabral
Os fariseus e os escribas cometiam o pecado do legalismo. O legalismo substitui palavras e práticas externas as atitudes internas requerida por Deus, oriundas do novo nascimento, operado por Deus e pelo Espírito Santo. Tais pessoas honram a Deus com seus lábios, enquanto de coração estão longe Dele; externamente parecem justos, mas no seu íntimo não amam de verdade.
Legalismo não é simplesmente a existência de leis, regulamentos, normas, ou regras na comunidade cristã. Pelo contrário, legalismo tem a ver com os motivos pelos quais o cristão considera a vontade de Deus à luz da sua Palavra. Qualquer motivo para se cumprir mandamentos e regras que não parta de uma fé viva em Cristo, do poder regenerador do Espírito Santo e do desejo sincero do cristão de obedecer e de agradar a Deus é legalismo.
Os fariseus e os escribas pecavam por colocar a tradição humana acima da revelação divina (Marcos 7:8).
O cristão, neste tempo da graça, continua sujeito à instituição, à disciplina e ao dever da obediência à lei de Cristo e à sua Palavra. O Novo Testamento fala da "lei perfeita da liberdade" (Tiago 1:25). da "lei real" (Tiago 2:8), da "lei de Cristo" (Gálatas 6:2) e da "lei do Espírito" (Romanos 8:2). Na Palavra de Deus, há poder para o cristão, a saber:
- Mandamentos positivos (I Tessalonicenses 5:16-18);
- Mandamentos negativos (Romanos 12:2);
- Princípios básicos (I Coríntios 8:13; e,
- Regras prescritas por líderes espirituais dotados de autoridade para legislar em assuntos espirituais (Efésios 4:11,12; I Timóteo 3:54; Hebreus 13:7,17).
Alguns fariseus invalidavam os mandamentos de Deus, preferindo as suas próprias tradições e as idéias dos homens. Os cristãos hoje devem ter cuidado para não invalidarem a Palavra de Deus por causa da tradição, de idéias populares, ou das práticas culturais dos dias de hoje. Invalidar, assim, a Palavra de Deus é tornar-se culpado desse pecado dos fariseus e dos demais líderes judaicos. Tradição ou regra deve ter base nas verdades correlatas das Escrituras Sagradas (2 Tessalonicenses 2:15). As igrejas tem de resistir à tendência de exaltar tradições religiosas, sabedoria humana ou costumes contemporâneos que se sobreponham à Bíblia. A Bíblia Sagrada é a única regra infalível de fé e conduta; jamais deve ser anulada por idéias humanas.
Pastor Lauro Cabral
terça-feira, 7 de abril de 2009
A Bíblia é nossa autoridade suprema e nosso guia único como verdade
Texto bíblico: Em Deuteronômio 13:1-5 se lê: "Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodigio, e suceder o tal sinal ou prodigio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conhecestes, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, com todo vosso coração e com toda a vossa alma.
Após o SENHOR, vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis.
E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o SENHOR, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos apartar do caminho que vos ordenou o SENHOR, vosso Deus, para andares nele; assim, tirarás o mal do meio de ti."
É fundamental à comunhão do cristão com o Senhor, a sua fidelidade a Deus e à Palavra revelada dele. O bem-estar (tanto fisico como espiritual) do ser humano depende do seu relacionamento com Deus e da obediência à sua Palavra.
As vezes, o Senhor permite dificuldade em nossa vida como uma forma de, paternalmente, nos ensinar a depender dele com mais confiança, e recebermos sua Palavra com maior interesse.
Os versiculos 1-5 do texto bíblico mostram que a tentação visando a dstruir nossa lealdade a Deus, às vezes surge de pessoas parecendo espirituais. Várias interferências decorrem disso, para nossa vida como cristãos.
Deus, às vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de Deus, e que realizam "sinal ou prodigio". Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção", predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodigios. Ao mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de Deus ou subtrair partes dela. Tudo que contradiz, modifica ou altera as Escrituras deve ser rejeitado pelos fiéis de Deus. Sua Palavra, a Biblia, é nossa autoridade suprema e nosso único guia como verdade. Aceitar esses falsos pregadores significa abdicar da fidelidade total a Deus e à sua Palavra inspirada.
O Novo Testamento também, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverterão grandemente o Evangelho de Cristo nos últimos dias desta era. O cristão deve ter firme determinação quanto a sua fidelidade à revelação escrita de Deus, como a temos na Biblia Sagrada. A autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas, realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornamn-se cada vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O padrão da verdade sempre deverá ser a infalivel Palavra de Deus. Discrnir até que ponto essa pessoa se baseia nas Escrituras é um ponto fundamental para não ser enganado pelos falsos mestres e pregadores que tem surgido no meio da igreja. A Igreja precisa estar atenta no que diz respeito ao assunto em foco "Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodigios, para enganarem, se for possívcel, até os escolhidos."
As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvifica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra do homem ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
Qualque doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagens das Sagradas Escrituras.
As Sagradas Escritura como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade. Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino,de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça. Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como auroridade máxima.
Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de satanás e do mundo em nossas vidas.
Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvifica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas. Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da escritura.
Pastor Lauro Cabral.
Após o SENHOR, vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis.
E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o SENHOR, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos apartar do caminho que vos ordenou o SENHOR, vosso Deus, para andares nele; assim, tirarás o mal do meio de ti."
É fundamental à comunhão do cristão com o Senhor, a sua fidelidade a Deus e à Palavra revelada dele. O bem-estar (tanto fisico como espiritual) do ser humano depende do seu relacionamento com Deus e da obediência à sua Palavra.
As vezes, o Senhor permite dificuldade em nossa vida como uma forma de, paternalmente, nos ensinar a depender dele com mais confiança, e recebermos sua Palavra com maior interesse.
Os versiculos 1-5 do texto bíblico mostram que a tentação visando a dstruir nossa lealdade a Deus, às vezes surge de pessoas parecendo espirituais. Várias interferências decorrem disso, para nossa vida como cristãos.
Deus, às vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de Deus, e que realizam "sinal ou prodigio". Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção", predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodigios. Ao mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de Deus ou subtrair partes dela. Tudo que contradiz, modifica ou altera as Escrituras deve ser rejeitado pelos fiéis de Deus. Sua Palavra, a Biblia, é nossa autoridade suprema e nosso único guia como verdade. Aceitar esses falsos pregadores significa abdicar da fidelidade total a Deus e à sua Palavra inspirada.
O Novo Testamento também, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverterão grandemente o Evangelho de Cristo nos últimos dias desta era. O cristão deve ter firme determinação quanto a sua fidelidade à revelação escrita de Deus, como a temos na Biblia Sagrada. A autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas, realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornamn-se cada vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O padrão da verdade sempre deverá ser a infalivel Palavra de Deus. Discrnir até que ponto essa pessoa se baseia nas Escrituras é um ponto fundamental para não ser enganado pelos falsos mestres e pregadores que tem surgido no meio da igreja. A Igreja precisa estar atenta no que diz respeito ao assunto em foco "Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodigios, para enganarem, se for possívcel, até os escolhidos."
As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvifica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra do homem ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
Qualque doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagens das Sagradas Escrituras.
As Sagradas Escritura como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade. Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino,de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça. Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como auroridade máxima.
Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de satanás e do mundo em nossas vidas.
Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvifica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas. Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da escritura.
Pastor Lauro Cabral.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Jesus Cristo é o único e grande alicerce da igreja
Texto bíblico: "E chegando Jesus às partes de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do Homem? E eles disseram: Uns, João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Respondeu-lhe Jesus: Bem aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." (Mateus 16.13-19).
As "portas do inferno" representam satanás e todo o mau no mundo, lutando para destruir a igreja do Senhor Jesus Cristo.
Este texto não quer dizer que nenhum cristão como pessoas humana, igreja local, confederação de igrejas ou denominação cristã, jamais chegará a cair na imoralidade, nos erros de doutrina ou na apostasia. O próprio Jesus predisse que muitos decairão da fé e Ele adverte as igrejas que estão abandonando a fé neotestamentária a voltar-se do pecado ou sofrer a pena da remoção do seu reino. A promessa do versículo dezoito do texto em questão não se aplica aqueles que negam a fé, nem às igrejas mornas.
O que Cristo quer dizer é que, a pesar de satanás fazer o pior que pode, a despeito da apostasia que ocorre entre os cristãos, das igrejas que ficam mornas e dos falsos mestres que se infiltram no Reino de Deus, a igreja não será destruída. Deus, pela sua graça, sabedoria e poder soberanos, sempre terá um remanescente de cristãos e de igrejas que, no decurso de toda a hitória da redenção, permanecerá fiel ao evangelho original de Cristo e dos apóstolos e que experimentará a comunhão com Ele, o senhorio de Cristo e o poder do Espírito Santo. Como o povo genuíno de Deus, esses cristãos demonstrarão o poder do Espírito Santo contra satanás, o pecado, a doença, o mundo e as forças do mau. É essa igreja que satanás com todas as suas hostes não poderá destruir nem resistir.
O significado desta passagem de Mateus 16.18 é que Cristo edificará a sua igreja sobre a verdade da confissão feita pelo apóstolo Pedro e os demais discípulos, isto é, que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus emprega um trocadilho. Ele chama seu discípulo de "Pedro" (gr. Petros, que significa uma pedra pequena). A seguir, Ele diz: Sobre esta pedra (gr. petra, que significa uma grande rocha maciça ou rochedo) edificarei a minha igreja, isto é, sobre a confissão feita por Pedro.
É Jesus Cristo que é a pedra (I Coríntios 3.11). Pedro declara que Jesus é a "pedra viva...eleita e preciosa...a pedra que os edificadores reprovaram" (I Pedro 2.4,6,7; Atos 4.11). Pedro e os demais discípulos são "pedras vivas" como parte da estrutura da casa espiritual (a igreja) que Deus está edificando (I Pedro 2.5).
Em lugar nenhum as Escrituras declaram que Pedro seria a autoridade suprema e ifalível sobre todos os demais discípulos (Atos 15; Gálatas 2.11). Nem está dito, também, na Bíblia que Pedro teria sucessores infalíveis, representantes de Cristo e cabeça da igreja. Tais idéias são injunções do homem e não é verdade das Escrituras Sagradas.
As "chaves" representam a autoridade que Deus delegou a Pedro e à igreja. Estas chaves são usadas para:
(1) Repreender o pecado e levar a efeito a disciplina eclesiástica;
(2) Orar de modo eficaz em prol da causa de Deus na terra;
(3) Dominar as forças do mau e libertar os cativos;
(4) Anunciar a culpa do pecado, o padrão divino da justiça e o juízo vindouro; e,
(5) Proclamar a salvação e o perdão dos pecados para todos quantos se arrependem e crêem em Cristo.
Jesus prometeu aos genuinos cristãos autoridade sobre o poder de satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do Espírito Santo. Desta maneira, podemos nos livrar dos poderes das trevas e declarar guerra contra satanás segundo o propósito de Deus, ir onde satanás está (qualquer lugar onde ele tem fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra de Deus, destruir suas armas de engano e tentação demoníacos, apoderar-se de bens ou posses, isto é, libertando os cativos do inimigo e entregando-os a Deus para que recebam perdão e santrificação mediante a fé em Cristo.
Pastor Lauro Cabral
As "portas do inferno" representam satanás e todo o mau no mundo, lutando para destruir a igreja do Senhor Jesus Cristo.
Este texto não quer dizer que nenhum cristão como pessoas humana, igreja local, confederação de igrejas ou denominação cristã, jamais chegará a cair na imoralidade, nos erros de doutrina ou na apostasia. O próprio Jesus predisse que muitos decairão da fé e Ele adverte as igrejas que estão abandonando a fé neotestamentária a voltar-se do pecado ou sofrer a pena da remoção do seu reino. A promessa do versículo dezoito do texto em questão não se aplica aqueles que negam a fé, nem às igrejas mornas.
O que Cristo quer dizer é que, a pesar de satanás fazer o pior que pode, a despeito da apostasia que ocorre entre os cristãos, das igrejas que ficam mornas e dos falsos mestres que se infiltram no Reino de Deus, a igreja não será destruída. Deus, pela sua graça, sabedoria e poder soberanos, sempre terá um remanescente de cristãos e de igrejas que, no decurso de toda a hitória da redenção, permanecerá fiel ao evangelho original de Cristo e dos apóstolos e que experimentará a comunhão com Ele, o senhorio de Cristo e o poder do Espírito Santo. Como o povo genuíno de Deus, esses cristãos demonstrarão o poder do Espírito Santo contra satanás, o pecado, a doença, o mundo e as forças do mau. É essa igreja que satanás com todas as suas hostes não poderá destruir nem resistir.
O significado desta passagem de Mateus 16.18 é que Cristo edificará a sua igreja sobre a verdade da confissão feita pelo apóstolo Pedro e os demais discípulos, isto é, que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus emprega um trocadilho. Ele chama seu discípulo de "Pedro" (gr. Petros, que significa uma pedra pequena). A seguir, Ele diz: Sobre esta pedra (gr. petra, que significa uma grande rocha maciça ou rochedo) edificarei a minha igreja, isto é, sobre a confissão feita por Pedro.
É Jesus Cristo que é a pedra (I Coríntios 3.11). Pedro declara que Jesus é a "pedra viva...eleita e preciosa...a pedra que os edificadores reprovaram" (I Pedro 2.4,6,7; Atos 4.11). Pedro e os demais discípulos são "pedras vivas" como parte da estrutura da casa espiritual (a igreja) que Deus está edificando (I Pedro 2.5).
Em lugar nenhum as Escrituras declaram que Pedro seria a autoridade suprema e ifalível sobre todos os demais discípulos (Atos 15; Gálatas 2.11). Nem está dito, também, na Bíblia que Pedro teria sucessores infalíveis, representantes de Cristo e cabeça da igreja. Tais idéias são injunções do homem e não é verdade das Escrituras Sagradas.
As "chaves" representam a autoridade que Deus delegou a Pedro e à igreja. Estas chaves são usadas para:
(1) Repreender o pecado e levar a efeito a disciplina eclesiástica;
(2) Orar de modo eficaz em prol da causa de Deus na terra;
(3) Dominar as forças do mau e libertar os cativos;
(4) Anunciar a culpa do pecado, o padrão divino da justiça e o juízo vindouro; e,
(5) Proclamar a salvação e o perdão dos pecados para todos quantos se arrependem e crêem em Cristo.
Jesus prometeu aos genuinos cristãos autoridade sobre o poder de satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do Espírito Santo. Desta maneira, podemos nos livrar dos poderes das trevas e declarar guerra contra satanás segundo o propósito de Deus, ir onde satanás está (qualquer lugar onde ele tem fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra de Deus, destruir suas armas de engano e tentação demoníacos, apoderar-se de bens ou posses, isto é, libertando os cativos do inimigo e entregando-os a Deus para que recebam perdão e santrificação mediante a fé em Cristo.
Pastor Lauro Cabral
domingo, 8 de março de 2009
Quando você estiver em aperto, busque o Senhor e sua Palavra
Em Salmo 119.49 e 50 se lê: "Lembra-te da palavra dada ao teu servo, na qual me fizeste esperar.
Isto é a minha consolação na minha angústia, porque a tua palavra me vivificou".
Deus estabeleceu que a sua Palavra, poderosa que é mediante o Espírito, traga consolação, esperança e fortaleza aos seus fiéis, ao enfrentarem aflições e tristezas. Sendo a Palavra de Deus viva (Hb 4.12), tem poder para vivificar e restaurar a quem permanece nela e em Deus (Jo 14.27). Quando você estiver em aperto, busque o Senhor e sua Palavra, e espere que o Espírito Santo conceda paz ao seu coração.
Quando invocamos a Deus, com um coração posto em Cristo e na sua Palavra, a paz de Deus transborda em nossa alma aflita.
- Essa paz consiste em uma tranquilidade interior, que o Espírito Santo nos transmite. Envolve uma firme convicção de que Jesus está perto, e que o amor de Deus estará ativo em nossa vida continuamente.
- Quando colocamos diante de Deus, em oração, as nossas inquietações, essa paz ficará como guarda à porta de nosso coração e de nossa mente, para impedir que os cuidados e angústias perturbem-nos a vida e a esperança em Cristo.
- Se o medo e a ansiedade retornarem, novamente a oração, a súplica e a ação de graças nos trarão a paz de Deus que guarda os nossos corações. Voltaremos a sentir segurança, e nos regozijaremos no Senhor.
Pastor Lauro Cabral
Isto é a minha consolação na minha angústia, porque a tua palavra me vivificou".
Deus estabeleceu que a sua Palavra, poderosa que é mediante o Espírito, traga consolação, esperança e fortaleza aos seus fiéis, ao enfrentarem aflições e tristezas. Sendo a Palavra de Deus viva (Hb 4.12), tem poder para vivificar e restaurar a quem permanece nela e em Deus (Jo 14.27). Quando você estiver em aperto, busque o Senhor e sua Palavra, e espere que o Espírito Santo conceda paz ao seu coração.
Quando invocamos a Deus, com um coração posto em Cristo e na sua Palavra, a paz de Deus transborda em nossa alma aflita.
- Essa paz consiste em uma tranquilidade interior, que o Espírito Santo nos transmite. Envolve uma firme convicção de que Jesus está perto, e que o amor de Deus estará ativo em nossa vida continuamente.
- Quando colocamos diante de Deus, em oração, as nossas inquietações, essa paz ficará como guarda à porta de nosso coração e de nossa mente, para impedir que os cuidados e angústias perturbem-nos a vida e a esperança em Cristo.
- Se o medo e a ansiedade retornarem, novamente a oração, a súplica e a ação de graças nos trarão a paz de Deus que guarda os nossos corações. Voltaremos a sentir segurança, e nos regozijaremos no Senhor.
Pastor Lauro Cabral
A fé inclui obediência a Cristo e à sua Palavra
Em Mateus 7.21 lemos: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus. Mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus."
Cumprir a vontade de Deus é uma condição prévia essencial para a entrada no Reino dos céus.
A obediência à vontade de Deus, requerida por Jesus Cristo, é uma condição básica conducente à salvação, mas o Senhor Jesus Cristo também declara ser ela uma dádiva ligada à salvação dentro do reino. Embora seja a salvação uma dádiva de Deus o cristão deve buscá-la continuamente; recebê-la e evidenciá-la mediante uma fé sincera e decidido esforço. A fé inclui obediência a Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós. É a "obediência que provém da fé", logo, fé e obediência são inseparáveis. A fé salvífica sem uma busca dedicada à santificação é ilegítima e impossível. Esse fato é visto nas muitas exortações para que o servo de Deus mortifique o pecado e se apresente a Deus como sacrifício vivo. O cristão pode fazer a vontade de Deus e viver uma vida justa em virtude dessa dádiva, isto é, a graça e o poder de Deus e a vida espiritual que lhe são comunicados continuamente mediante Cristo. As Escrituras declaram "Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus...Porque somos feitura sua." (Efésios 2.8-10).
Deus sempre torna possível a prática da obediência que Ele requer de nós. Isso é atribuído à ação redentora de Deus. "Porque Deus é o que opera em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade." A graça de Deus opera nos seus filhos, para produzir neles tanto o desejo quanto o poder para cumprir a sua vontade. Mesmo assim, a obra de Deus dentro de nós não é de compulsão, nem de graça irresistível. A obra da graça dentro de nós sempre depende da nossa fidelidade e cooperação. Todavia, o dom da graça de Deus não anula a responsabilidade nem a ação humanas. O cristão deve corresponder positivamente ao dom divino da obediência, todavia ele é livre para rejeitar a graça de Deus, para recusar aproximar-se de Deus por meio de Cristo, e para recusar orar por uma vida de obediência e viver essa vida.
Devemos descobrir qual é a vontade de Deus, conforme revelada nas Escrituras. Como os dias em que vivemos são maus, temos de entender qual a perfeita e agradável vontade de Deus. Uma vez que já sabemos como Ele deseja como vivamos como cristãos, precisamos dedicarnos ao cumprimento da sua vontade.
Devemos desejar, com sinceridade, à perfeita vontade de Deus, e ter o propósito de cumpri-la em nossa vida e na vida de nossa família.
Não podemos usar a vontade de Deus como desculpa pela passividade, ou irresponsabilidade, no tocante à sua chamada para lutarmos contra o pecado e monirdão espiritual.
Pastor Lauro Cabral
Cumprir a vontade de Deus é uma condição prévia essencial para a entrada no Reino dos céus.
A obediência à vontade de Deus, requerida por Jesus Cristo, é uma condição básica conducente à salvação, mas o Senhor Jesus Cristo também declara ser ela uma dádiva ligada à salvação dentro do reino. Embora seja a salvação uma dádiva de Deus o cristão deve buscá-la continuamente; recebê-la e evidenciá-la mediante uma fé sincera e decidido esforço. A fé inclui obediência a Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós. É a "obediência que provém da fé", logo, fé e obediência são inseparáveis. A fé salvífica sem uma busca dedicada à santificação é ilegítima e impossível. Esse fato é visto nas muitas exortações para que o servo de Deus mortifique o pecado e se apresente a Deus como sacrifício vivo. O cristão pode fazer a vontade de Deus e viver uma vida justa em virtude dessa dádiva, isto é, a graça e o poder de Deus e a vida espiritual que lhe são comunicados continuamente mediante Cristo. As Escrituras declaram "Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus...Porque somos feitura sua." (Efésios 2.8-10).
Deus sempre torna possível a prática da obediência que Ele requer de nós. Isso é atribuído à ação redentora de Deus. "Porque Deus é o que opera em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade." A graça de Deus opera nos seus filhos, para produzir neles tanto o desejo quanto o poder para cumprir a sua vontade. Mesmo assim, a obra de Deus dentro de nós não é de compulsão, nem de graça irresistível. A obra da graça dentro de nós sempre depende da nossa fidelidade e cooperação. Todavia, o dom da graça de Deus não anula a responsabilidade nem a ação humanas. O cristão deve corresponder positivamente ao dom divino da obediência, todavia ele é livre para rejeitar a graça de Deus, para recusar aproximar-se de Deus por meio de Cristo, e para recusar orar por uma vida de obediência e viver essa vida.
Devemos descobrir qual é a vontade de Deus, conforme revelada nas Escrituras. Como os dias em que vivemos são maus, temos de entender qual a perfeita e agradável vontade de Deus. Uma vez que já sabemos como Ele deseja como vivamos como cristãos, precisamos dedicarnos ao cumprimento da sua vontade.
Devemos desejar, com sinceridade, à perfeita vontade de Deus, e ter o propósito de cumpri-la em nossa vida e na vida de nossa família.
Não podemos usar a vontade de Deus como desculpa pela passividade, ou irresponsabilidade, no tocante à sua chamada para lutarmos contra o pecado e monirdão espiritual.
Pastor Lauro Cabral
sábado, 7 de março de 2009
A fé sem as obras nunca poderão estar separadas
Em Tiago 2.14-26 está escrito: "Meus irmãos que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura, a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morte em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Tu crês que há um só Deus? Fazes bem; também os demônios o crêem e estremecem. Mas ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura Abraão, o nosso pai, não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras e que pelas obras, a fé foi aperfeiçoada, e cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado com justiça, e foi chamado o amigo de Deus. Vedes, então, que o homem é também justificado pelas obras e não somente pela fé. E de igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários e os despediu por outro caminho? Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem as obras é morta."
O texto trata do problema, sempre presente na igreja, daqueles que professam ter fé no Senhor Jesus Cristo, mas que, ao mesmo tempo, não demonstram pelas obras nenhuma evidência de devoção sincera a Ele e à sua Palavra. A fé salvífica é sempre uma fé viva que não se limita à mera confissão de Cristo como Salvador, mas que também nos leva a obedecê-lo como Senhor. Portanto, a obediência é um aspecto fundamental da fé. Somente quem obedece pode de fato obedecer ao Senhor Jesus Cristo.
Paulo em sua carta aos Romanos diz que: "a fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador é a única condição que Deus requer do pecador, para a salvação". A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do cristão que quer seguir a Cristo como Salvador (Romanos 3.22). Tiago enfatiza o fato de que a verdadeira fé deve ser uma fé ativa, duradoura e que molde nossa própria existência.
A verdadeira fé salvífica é tão vital que não poderá deixar de se expressar por ações, e pela devoção a Jesus Cristo. As obras sem a fé são mortas. A fé verdadeira sempre se manifesta em obediência para com Deus e atos compassivos para os necessitados. A fé que deixa de ama e obedecer a Cristo verdadeiramente, de demonstrar interesse genuino pela obra do Reino de Deus e de claramente resistir ao pecado e ao mundo não é fé salvífica. A fé salvífica não pode deixar de expressar-se em atos motivados pelo amor.
Tiago objetiva seus ensinos contra os que na igreja professam fé em Cristo e na expiação pelo seu sangue, crendo que isso por si só bastava para a salvação. Eles também achavam que não era essencial no relacionamento com Cristo a obedecer-lhe como Senhor. Tiago diz que semelhante fé é morta e que não resultará em salvação, nem em qualquer outra coisa boa. (Tiago 2.14-16, 20-24). O único tipo de fé que salva é "a fé que opera por caridade" (Gálatas 5.6).
Não devemos, por outro lado, pensar que mantemos uma fé viva, exclusivamente por nossos próprios esforços. A graça de Deus, o Espírito Santo que em nós habita e a intercessão sacerdotal de Cristo operam em nossa vida, capacitando-nos a obedecer a Deus pela fé, do começo ao fim. Se deixarmos de ser receptivos à graça de Deus e à direção do Espíorito Santo, nossa fé sucumbirá.
Pr. Lauro Cabral
O texto trata do problema, sempre presente na igreja, daqueles que professam ter fé no Senhor Jesus Cristo, mas que, ao mesmo tempo, não demonstram pelas obras nenhuma evidência de devoção sincera a Ele e à sua Palavra. A fé salvífica é sempre uma fé viva que não se limita à mera confissão de Cristo como Salvador, mas que também nos leva a obedecê-lo como Senhor. Portanto, a obediência é um aspecto fundamental da fé. Somente quem obedece pode de fato obedecer ao Senhor Jesus Cristo.
Paulo em sua carta aos Romanos diz que: "a fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador é a única condição que Deus requer do pecador, para a salvação". A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do cristão que quer seguir a Cristo como Salvador (Romanos 3.22). Tiago enfatiza o fato de que a verdadeira fé deve ser uma fé ativa, duradoura e que molde nossa própria existência.
A verdadeira fé salvífica é tão vital que não poderá deixar de se expressar por ações, e pela devoção a Jesus Cristo. As obras sem a fé são mortas. A fé verdadeira sempre se manifesta em obediência para com Deus e atos compassivos para os necessitados. A fé que deixa de ama e obedecer a Cristo verdadeiramente, de demonstrar interesse genuino pela obra do Reino de Deus e de claramente resistir ao pecado e ao mundo não é fé salvífica. A fé salvífica não pode deixar de expressar-se em atos motivados pelo amor.
Tiago objetiva seus ensinos contra os que na igreja professam fé em Cristo e na expiação pelo seu sangue, crendo que isso por si só bastava para a salvação. Eles também achavam que não era essencial no relacionamento com Cristo a obedecer-lhe como Senhor. Tiago diz que semelhante fé é morta e que não resultará em salvação, nem em qualquer outra coisa boa. (Tiago 2.14-16, 20-24). O único tipo de fé que salva é "a fé que opera por caridade" (Gálatas 5.6).
Não devemos, por outro lado, pensar que mantemos uma fé viva, exclusivamente por nossos próprios esforços. A graça de Deus, o Espírito Santo que em nós habita e a intercessão sacerdotal de Cristo operam em nossa vida, capacitando-nos a obedecer a Deus pela fé, do começo ao fim. Se deixarmos de ser receptivos à graça de Deus e à direção do Espíorito Santo, nossa fé sucumbirá.
Pr. Lauro Cabral
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