domingo, 24 de abril de 2011

Deus socorrerá seus santos, fortalecendo seus corações

Em Atos 18.9 e 10 está escrito: "E disse o Senhor, em visão, a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales; porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade".
O versículo 9 revela os sentimentos internos e humanos do apóstolo. A oposição e o ódio a Paulo e ao evangelho estavam aumentando, e ele começava a recear e hesitar quanto à sua permanência em Corinto. Esses mesmos sentimentos ocorrem às vezes no coração de todos os fiéis de Deus, até mesmo em homens como Elias (I Reis 19.4) e Jeremias (Jr 15.15). Ocorrendo isso, Deus socorrerá seus santos, fortalecendo seus corações. A promessa da sua presença (versículo 10) é suficiente para livrá-los do medo e dar-lhes a certeza e a paz necessárias para cumprirem a vontade de Deus para as suas vidas (vv 10 e 11).
No versículo 10 as palavras de Cristo - PORQUE EU SOU CONTIGO, dirigidas a Paulo, não se referem à sua presença geral em todos os lugares, isto é, sua onipresença. Pelo contrárioi, referem-se à sua presença específica entre os seus servos. Tal presença de Cristo significa que Ele pessoalmente está ali para nos comuinicar sua vontade, amor e comunhão. Ele está presente entre nós para agir em todas as situações da nossa vida, para abençoar, ajudar, proteger e guiar.
Podemos aprender mais desta verdade de "Cristo conosco", examinando os trechos do Antigo Testamento em que Deus declarou que estava pessoalmente com seus fiéis. Quando Moisés temeu voltar ao Egito, Deus lhe disse: "Eu serei contigo" (Êx 3.12). Quando Josué assumiu a liderança de Israel, depois da morte de Moisés, Deus prometeu: "serei contigo; não te deixarei nem te desampararei" (Js 1.5). E Deus encorajou Israel com estas palavras: "Quando passares pelas águas , estarei contigo ...Não temais, pois, porque estou contigo" (Is 43.2 e 5). No Novo Testamento, Mateus declara que o propósito da vinda de Jesus ao mundo foi tornar em realidade concreta a presença de Deus entre seu povo. Seu nome é "Emanuel", que significa "Deus conosco" (Mt 1.23). De novo, no fim do seu Evangelho, Mateus registra a promessa que Jesus legou aos seus discípulos: "Eis que eu estou convosco todos os dias" (Mt 28.20). Marcos termina seu evangelho com as palavras: "E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor" (Mc 16.20).

terça-feira, 19 de abril de 2011

Cuidado com os falsos profetas

E virão muitos povos e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine o que concerne aos caminhos, e andemos nas verdades; porque de Sião saírá a Lei; e de Jerusalém, a Palavra do Senhor”.


O interesse primordial de todos os que se tornam discípulos de Jesus Cristo deveria ser conhecer e obedecer à sua vontade, como cidadão do Seu Reino. É importante que quem proclame a mensagem de Deus, tome o máximo cuidado com o que ensina e prega, para que isso seja a mensagem de Deus, proveniente das escrituras inspiradas, isto é, a revelação de Jesus Cristo, dos profetas do Antigo Testamento e dos apóstolos do Novo Testamento. Todo mundo, tanto os perdidos como os salvos, precisam ouvir a verdade proclamada por lábios ungidos pelo Espírito Santo, dedicado aos retos caminhos de Deus. Jesus fez severa advertência aos seus discípulos a respeito dos falsos profetas, dizendo-lhes: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seus frutos os conhecereis”. Falsos profetas são todos aqueles que se levantam contra a verdade. Qualquer um que ministre como pastor ou pregador fora dos padrões estabelecidos por Deus através da sua Palavra lamentavelmente é um falso profeta. Jesus nos adverte: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas”.

Devemos realmente ter cuidado com essas pessoas e se afastar delas. Em 2 Co 11.13-15 lemos: “Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça”. Nestes versículos, Paulo adverte a Igreja de Corinto contra os falsos mestres, que têm a capacidade satânica do engano, da mentira e da astúcia. Devemos sempre guardar na mente o que a Bíblia nos adverte: para vigiarmos com todas as pessoas tais como os falsos profetas, falsos pastores, e falsos pregadores. Falsos pastores vestem uma capa de ovelhas e enganam seus seguidores, os iludindo com palavras atraentes. Suas pregações inevitavelmente chegam à mesma conclusão, dizendo à igreja para viver virtuosamente, e que somente seu dinheiro é tudo que eles precisam trazer para Deus. Eles podem fazer muitas pregações diferentes para a congregação, mas o final, todas as suas pregações se resumem por dizer aos seguidores para ofertar a melhor quantia para Deus. Eles incentivam as pessoas a ofertar mais, dizendo: “Deus quer o melhor de você quanto maior for sua oferta mais você é abençoado”. Eles fazem seus sermões por uma razão óbvia: eles não estão preocupados com a salvação das almas e nem tampouco com o alimento espiritual das ovelhas que Jesus colocou sob seus cuidados.

Irmãos, não importa o quanto os líderes de suas igrejas sejam atraentes, não importa o quanto eles amem vocês, e não importa o quanto eles tratem bem, se eles falharem ao pregar o Evangelho da palavra da remissão de pecados que os tornam aptos a nascer da água e do Espírito (João 3.1-7), vocês devem entender então que eles fazem parte dos falsos profetas. Todo aquele que só fala de dinheiro quando abre a boca, cujas palavras inevitavelmente giram em torno a sua ganância por dinheiro, nada mais é do que um assalariado e um falso profeta. Para eles não importa se seus seguidores nasceram de novo ou não, porque tudo que eles estão interessados é no dinheiro.

Hoje há uma preocupação muito grande entre nós, pela falta de conhecimento de muitos crentes; isto acontece pelo descaso à Palavra de Deus. Embora muitos já tenham a verdade encarnada, Jesus Cristo, poucos são os que têm o conhecimento da verdade inspirada, A Bíblia Sagrada.

Devemos confrontar a mentira das falsas doutrinas com a verdade da Palavra de Deus: mentira alguma jamais procede da verdade. Confrontemos amados irmãos em Cristo, a mentira com a confirmação da nossa fé na pessoa do Filho de Deus, Jesus Cristo.Nestes tempos finais, devemos cumprir nosso dever de anunciar o Evangelho Verdadeiro. Nós devemos fazer a vontade do Senhor Jesus Cristo continuamente, por mais que as circunstâncias sejam difíceis. Quanto mais esse mundo estiver na escuridão, mas devemos pregar esse Evangelho, porque são nesses tempos do fim que existem ainda mais pessoas que precisam ser libertas dos pecados do mundo e dos falsos profetas. Que todos nós então, continuemos a plantar o Evangelho de Cristo com determinação e dedicação ainda maior, em cumprimento ao ide de Jesus.

quarta-feira, 9 de março de 2011

A mais poderosa arma de transforçaão social!

O evangelho, apesar de ser combatido pelo mundo, é uma das mais poderosas armas de mudança social. A ação do evangelho na vida do indivíduo frutifica coisas boas para toda a sociedade. Alguns insistem em combater o avanço do evangelho; estes, são instrumentos do maligno, que desejam afundar cada vez mais a sociedade na lama da distância de Deus, lama essa que respinga em cada indivíduo, fazendo-os sujos e miseráveis. Maldade, violência, fome, tristeza, doenças, e outras coisas como essas, são os respingos da lama da falta do evangelho na vida das pessoas. Só o evangelho é capaz de trazer limpeza e uma profunda mudança social.

Zaqueu era cobrador de impostos odiado. Certamente um homem corrupto que já havia lesado a sociedade em que vivia durante muitos anos, o que o tornou muito rico. Um homem que prestava um desserviço à sociedade. Sem o evangelho os homens até tentam fazer algum bem à sociedade, mas o mal que fazem é muito maior, especialmente aqueles que amam descaradamente o mal.

Jesus Cristo, o evangelho em pessoa, impacta Zaqueu profundamente, fazendo ocorrer em Zaqueu uma mudança que impactaria para o bem àquela sociedade. Zaqueu decidiu: “Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais.” (Lc 19. 8)

Certamente a soma da metade dos bens de Zaqueu, que não eram poucos, pois era rico, mais uma restituição a quem havia roubado, provocou um forte impacto social naquela região. Não somente pelo dinheiro que abençoou vidas, mas, principalmente, pela sociedade ter ganhado mais um homem de bem, que viveria de acordo com o evangelho de Jesus Cristo, abençoando a sociedade com atitudes abençoadas.

Paulo via também esse impacto do evangelho na transformação social: “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.” (Ef 4. 28). Pelo impacto e pela transformação causada pelo evangelho na vida dos ouvintes de Paulo que eram criminosos, a sociedade ganharia menos violência, mais trabalhadores, mais recursos para acudir aqueles que são necessitados. Uma grande transformação social!

Essa transformação impactante que o evangelho provoca se dá também quando os viciados mudam de vida, quando os assassinos não matam mais, quando os mentirosos deixam a mentira, quando os corruptos seguem a honestidade, quando os violentos abraçam a paz... Puro impacto positivo na sociedade!

Esse é o evangelho de Jesus Cristo que eu prego e creio!

Precisamos crer nessa profunda transformação social, espiritual, moral que o evangelho é capaz de promover. Ele muda indivíduos que por sua vez mudam a sociedade em que vivem. Todos ganham.

Talvez seja por isso que o diabo seja tão aplicado em perverter a verdadeira mensagem do evangelho e enfraquecer os seus proclamadores. O evangelho está em nossas mãos! Lembre-se de que você porta a arma mais poderosa de mudança social do mundo, confeccionada pelo Deus Todo-Poderoso, que a deu a nós para ser usada em prol de nós mesmos, da nossa sociedade. Portanto, use-a!

Por André Sanchez
Fonte: Esbocando Ideias
http://esbocandoideias.com

Feliz dia da mulher

Senhor, agradeço a Ti pelas mulheres de nossa sociedade. O Senhor, que é o mais Sábio entre os sábios, sabia exatamente o que estava fazendo quando as criou, quando as trouxe à vida! Obrigado pela bênção que elas representam em nosso mundo. Senhor, apesar de estarmos felizes em comemorar este dia, sabemos que nem tudo são flores.



Que triste, meu Deus, ver a Tua bela criação sofrendo por este mundo afora. Que triste ver homens que deveriam proteger, abusando delas. Que triste ver o preconceito sofrido por elas em muitos países. Que triste, Senhor, ver muitas mulheres serem reduzidas a meros objetos sexuais. Que triste ver o aumento dos índices de violência doméstica! Que triste...


Porém, entre as tristezas surge alegria maior, pois elas não perdem o valor que o Senhor as deu! Aos Teus olhos elas ainda são a criação que o Senhor olhou e disse “ficou bom!”. Ainda que muitos homens não as valorizem, o Senhor as valoriza e as honrará!


Dá a este mundo, oh Deus, mais sensibilidade para tratar as mulheres como elas merecem! Dá maior visão aos homens do grande valor que as mulheres têm e da grande missão que o Senhor confiou a elas neste mundo. Dá a vitória as mulheres, Senhor! Que todos os dias elas sejam valorizadas!


E, você leitor, valorize as mulheres de sua vida. Honre-as hoje e sempre, pois isso é bom e agradável diante de Deus! Amém?!

Por André Sanchez
Fonte: http:esbocandoideias.com

terça-feira, 8 de março de 2011

Duas classes de pessoas

As Escrituras dividem todos os seres humanos em geral em duas classes: (1) O homem natural indicando a pessoa irregenerada, isto é, governada por seus próprios instintos naturais. Tal pessoa não tem o Espírito Santo, está sob o domínio de satanás e é escravo da carne com suas paixões. Pertence ao mundo, está em harmonia com ele e os seus caminhos; pelo contrário, depende do raciocínio ou emoções humanas. (2) O homem espiritual indica a pessoa regenerada, isto é, que tem o Espírito Santo. Essa pessoa tem mentalidade espiritual, conhece os pensamentos de Deus e vive pelo Espírito de Deus.Tal pessoa crê em Jesus Cristo, esforça-se para seguir a orientação do Espírito que nele habita e resiste aos desejos sensuais e ao domínio do pecado. Aceitando pela fé a salvação em Cristo, a pessoa é regenerada; o Espírito Santo lhe confere uma nova natureza mediante a concessão da vida divina. Essa pessoa nasce de novo, é renovada, torna-se uma nova criatura e obtém a justiça de Deus mediante a fé em Cristo.
Embora o cristão nascido de novo receba a nova vida do Espírito, ele tem residente em si a natureza pecaminosa, com suas perversas inclinações. A natureza pecaminosa que no cristão existe, não pode ser mudada em boa; precisa ser mortificada e vencida pelo poder e graça do Espírito Santo. O cristão obtém tal vitória negando-se a si mesmo diariamente, deixando todo impedimento ou pecado, e resistindo a todas as inclinações pecaminosas. Pelo poder do Espírito Santo, o próprio cristão guerreia contra a natureza pecaminosa e diariamente a crucifica e a mortifica. Pela abnegação e submissão à obra santificadora do Espírito Santo em sua vida, o cristão em Cristo experimenta a libertação do poder da sua natureza pecaminosa e vive como um cristão espiritual.
Nem todo cristão se esforça como devia para vencer plenamente sua natureza pecaminisa. Ao escrever ao Coríntios, Paulo mostra em sua carta aquela igreja, que alguns deles viviam como carnais, isto é, ao invés de resistirem com firmeza às inclinações da sua natureza pecaminosa, entregavam-se a algumas delas (I Coríntios 3.1,3). Embora não vivessem em contínua desobediência, estavam em parceria com o mundo, a carne e o diabo em certas áreas das suas vidas, e mesmo assim querendo permanacer como povo de Deus. Ninguém poderá viver na imoralidade e ao mesmo tempo herdar o Reino de Deus. Os "injustos não hão de herdar o Reino de Deus". A salvação sem a obra regeneradora e santificadora do Espírito Santo não tem lugar na Palavra de Deus.
(1)Figura do crente carnal.
Embora os crentes de Corinto não vivesem em total carnalidade e rebeldia, nem praticassem grave imoralidade e iniquidade, que os separaria do Reino de Deus; estavam vivendo de tal maneira que já não cresciam na graça, e agiam como recem convertidos, sem divisar o pleno alcance da salvação em Cristo. A carnalidade deles era vista na "inveja e contendas". Não se afligiam com a imoralidade dentro da igreja. Não levavam a sério a Palavra de Deus, nem os ministros do Senhor. Moviam ação judicial, irmãos contra irmãos, por razões corriqueiras.
(2) Perigo para os crentes carnais.
Os crentes carnais de Corinto corriam o perigo de se desviarem da pura e sincera devoção a Cristo e de se conformarem cada vez com o mundo. Caso isso continuasse, seriam castigados e julgados pelo Senhor, e se continuassem a viver segundo o mundo, acabariam sendo excluídos do Reino de Deus (I Co 6:9,10; 11:31,32). Realmente, alguns deles já estavam mortos espiritualmente, por viverem em pecados que levam a isso.
(3) Advertências aos crentes carnais.
- Se um crente carnal não tomar a resolução de se purificar de tudo quanto desagrada a Deus, ele corre o risco de abandonar a fé.
- Devem tomar como exemplo o fato trágico dos filhos de Israel, que foram destruídos por Deus por causa de seus pecados.
- Devem entender que é impossível participar das coisas do Senhor e das coisas de satanás ao mesmo tempo.
- Devem separar-se completamente do mundo e se purificar de tudo quanto contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a sua santificação no temor do Senhor.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Deus resiste aos soberbos

Devido ao egocêntrico do homem caído, o mundo não tem alta estima a humildade e modestia. A Bíblia, no entanto, com seu conceito teocêntrico do homem e da salvação, atribui máxima importância à humanidade.
A humildade bíblica subtende a consciência das nossas fraquezas e a decisão de atribuir de imediato todo crédito a Deus e ao próximo, por aquilo que realizamos.
Devemos ser humilde porque somos simples criaturas; somos pecaminosos à parte de Cristo e não podemos jactar-nos de nada, a não ser no Senhor. Logo, dependemos de Deus para nosso valor e para nossa frutificação, e não podemos realizar nada de valor permanente sem a ajuda de Deus e do próximo.
A presença de Deus acompanha aqueles que andam em humildade. Maior graça é dada aos humildes, mas Deus resiste aos soberbos. Os mais zelosos filhos de Deus servem "ao Senhor com toda a humildade".
Como cristãos, devemos viver em humildade uns para com os outros, considerando-os superiores a nós mesmos.
O oposto da humildade é a soberba, um senso exagerado da importância e da auto estima da pessoa que confia no seu próprio mérito, superioridade e realizações. A tendência inevitável da natureza humana e do mundo é sempre a soberba, e não à humildade.
O Senhor Jesus deixou a glória incomparável do céu e humilhou-se como um servo, sendo obediente até a morte para o benefício dos outros. A humildade integral de Cristo deve existir nos seus seguidores, os quais foram chamados para viver com sacrifício e renuncia, cuidando dos outros e fazendo-lhes o bem.
Jesus sempre foi Deus pela sua própria natureza e igual ao Pai antes, durante e depois da sua permanência na terra. Cristo, no entanto, não se apegou aos seus direitos divinos, mas abriu mão dos privilégios e glória no céu, a fim de que nós, na terra, fôssemos salvos.
Jesus "se esvaziou", isto é, deixou de lado sua glória celestial, posição, riquezas, direitos e o uso de prerrogativas divinas. Esse "esvaziou-se" importava não somente em restrição voluntária dos seus atributos e privilégios divinos, mas também na aceitação do sofrimento, da incompreensão, dos maus tratos, do ódio e, finalmente, da morte de maldição na cruz.
Embora permanecesse em tudo divino, Cristo tomou sobre si uma natureza humana com suas tentações, humilhações e fraquezas, porém sem pecado. "Humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz".
Como cristãos, devemos viver em humildade uns para com os outros, considerando-os superiores a nós mesmos. Além disso, devemos ser humildes porque somos simples criaturas; somos pecaminosos à parte de Cristo e não podemos vangloriar-se de nada, a não ser no Senhor. Logo, dependemos de Deus para nosso valor e para nossa frutificação, e não podemos realizar nada de valor pemanente sem a ajuda de Deus e do próximo.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Extrema corrupção dos últimos tempos

Embora muitos poderão desviar-se da verdade, e falsos mestres poderão fazer incursões contra a Igreja, o propósito de Deus para os seguidores fiéis não serão frustrado.O "fundamento de Deus",isto é, a Igreja Verdadeira, não será destruído. Nesse fundamento há um "selo" em que estão inscritas duas verdades concernentes àqueles que pertencem à Igreja de Cristo.
(1) Deus conhece perfeitamente aqueles que permanecem fiéis ao seu Evangelho Original, bem como àqueles que transigem quanto às suas verdades.
(2) Aqueles que realmente pertencem a Deus, apartam-se da iniquidade e dos falsos ensinos (I Tm 6.3-5,ll).
Os fiéis que desejam ser úteis ao mestre Jesus, devem manter-se à parte de todas as religiões e de todos supostos crentes que defendem doutrinas contrárias às Escrituras. Contato com quem ensina doutrina anti bíblica deve ser feito apenas para procurar corrigi-los com amor para que se arrependam e retornem à verdade (II Tm 2.15).
Nos últimos dias o crente deve estar disposto a enfrentar um volume esmagador de iniquidade. Os últimos dias incluem à era cristã na sua totalidade. Paulo, porém, profetiza pelo Espirito Santo (I Tm 4.1) que as coisas se tornarão piores à medida que o fim se aproximar (2 Pe 3.3; I Jo 2.18).
Os últimos dias serão assinalados por um aumento cada vez maior de iniquidade no mundo, um colapso nos padrões morais e a multiplicação de falsos crentes e falsas igrejas evangélicas dentro do Reino de Deus. Esses tempos serão espiritualmente dificeis e penosos para os verdadeiros servos de Deus.
Paulo faz essa advertência a fim de reanimar os obreiros que, com suas igrejas, permanecerem leais à Cristo e à sua revelação. A plena bênção da salvação em Cristo e o poderoso derramamento do Espírito Santo continuarão à disposição dos que permanecem leais à fé e a prática dos ensinos estabelecidos por Deus através da sua Palavra. A apostasia na igreja redundará em mais graça e poder para os que se mantiverem firmes na fé original que foi entregue aos santos (Atos 4.33; Rm 5.20).
Paulo apresenta uma lista de pecados que tem suas raizes no amor próprio. Alguns, hoje, ensinam que a falta do amor a si mesmo (amor-próprio) é a raiz do pecado. A revelação bíblica ensina o contrário. Ela diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (I Tm 6.10).
Nos últimos dias, o crente deve estar disposto a enfrentar um volume esmagador de impiedade.
O apóstolo Paulo profetiza que satanás promoverá uma grande destruição na família. Os filhos serão "desobedientes a pais e mães, e os homens e mulheres não terão afetos natural. Esta expressão pode ser traduzida "sem afeição à família" e refere-se ao desaparecimento dos sentimentos de ternura e amor naturais; falta esta demonstrada por uma mãe que rejeita os filhos, ou mata seu bebê; por um pai que abandona a família, ou os filhos que negligencia os devidos cuidados para com os pais idosos.
Os homens e mulheres passarão a amar idolatramente o dinheiro e os prazeres, e estarão sempre em busca disso para a satisfação de seus desejos egoistas.Ser pai ou mãe, com suas responsabilidades e encargos,e amor sacrificial na criação dos filhos, já não será considerado missão nobre, nem dignificante. Pais amorosos darão lugar, cada vez mais, a pais egoistas e desumanos que abandonarão seus filhos (Pv 17.6).
Se os pais cristãos quiserem preservar suas famílias aos tempos dificeis dos últimos dias, devem, hoje protegê-las contra as práticas infames da sociedade em que vivem, separá-los dos costumes sórdidos do mundo e evitar que os ímpios influenciem seus filhos. Os pais precisam aceitar o plano de Deus para a família, e não proceder como os ímpios. Eles, e suas famílias, realmente precisarão ser como forasteiros e peregrinos na terra.
Em II Timóteo 3.5, Paulo se refere aqueles que dizem ser crentes, e, aparentam santidade, porém, não demonstram que foram libertos por Deus, do pecado, do egoismo e da imoralidade. Tais pessoas toleram a imoralidade nas suas igrejas e ensinam que é possível praticar os pecados citados em II Timóteo 3.2-4 e, ao mesmo tempo, serem crentes.
Uma das coisas que identifica o falso mestre na igreja é a sua oposição às verdades básicas do Evangelho de Cristo, ou sua indiferença para com elas (I Tm 4.1).
A perseguição, de uma ou de outra forma é inevitável para quem deseja viver uma vida piedosa em Cristo. A lealdade a Cristo, à sua verdade e aos seus padrões justos de vida, envolve uma resolução constante de não deturpar a nossa fé, nem ceder às inúmeras vozes que apelam ao crente a conformar-se com o mundo e deixar de lado a verdade bíblica. Por causa dos seus padrões religiosos,os fiéis serão privados de privilégios e vantagens, e serão ridicularizados; terão grande tristeza ao verem o cristianismo bíblico rejeitado pela maioria. Devemos todos perguntar a nós mesmos; já sofri perseguição por causa da minha firme resolução de viver segundo a vontade de Deus? Ou minha falta de sofrimento é um sinal de que não tenho posição firme pela justiça, pela qual Cristo morreu?