Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por ele me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade. Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim. Para que todos sejam, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu, em ti; que também eles sejam um em nós, para que mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim que me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim".
Jesus ora na noite da véspera da sua crucificação, para que seus discípulos sejam um povo santo, separados do mundo e do pecado, para adorar a Deus e servi-lo. Jesus sofreu no Calvário a fim de que seus seguidores pudessem separar-se do mundo e se dedicarem a Deus.
A união em favor da qual Jesus orou não era a união de igrejas e organizações, mas a espiritual, baseada na permanência em Cristo; amor a Cristo; separação do mundo; santificação na verdade; receber a verdade da Palavra e crer nela; obediência à Palavra; e o desejo de levar à salvação aos perdidos. Faltando algum desses fatores, não pode haver verdadeira unidade que Jesus pediu em oração.
Jesus não ora para seus seguidores "se tornem um", mas para que "sejam um". Trata-se do subjuntivo presente e significa "continuamente ser um". União essa que se baseia no relacionamento que todos eles têm com o Pai e o Filho, e na mesma atitude basilar que têm para com o mundo, a Palavra e a necessidade de alcançar os perdidos.
Intentar criar uma união artificial por meio de reuniões, conferências ou organizações centralizadas, pode resultar num simulacro da própria união em prol da qual Jesus orou. Ele tinha em mente algo muito mais do que "reuniões de unificação", isto é, de união artificial. É uma reunião espiritual de coração, propósito, mente e vontade dos que estão totalmente dedicados a Cristo, à Palavra e à santidade.
A "glória" de Cristo foi sua vida de serviço, abnegado e sua morte na cruz a fim de redimir a raça humana. Semelhantemente, a "glória" do cristão é o caminho do serviço humilde e de carregar a sua cruz. A humildade, a abnegação, o serviço e a disposição de sofrer por Cristo, garantirão a verdadeira unidade dos cristãos, que levará à glória verdadeira.
Jesus sofreu na cruz fora da porta de Jerusalém para que sejamos santificados, isto é, separados da antiga vida pecaminosa e dedicados a servir a Deus.
Jesus o abençoe ricamente.
"Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" (2 Tm 4.2). Ser servo de Deus é a coisa mais preciosa que pode acontecer a uma pessoa. Servir em espírito e verdade é experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossa vida.
terça-feira, 7 de junho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A igreja está se transformando em um mercado, afirma pastor
Há diferença em pregar a palavra e sobre a palavra. O pregador não tem autoridade para criar a palavra. Ela é mensagem de Deus. Precisamos de uma nova reforma, voltar às escrituras.” Estas foram às primeiras palavras do reverendo Hernandes Dias Lopes durante sua palestra sobre Pregação Expositiva no 38ª Conferência da Sepal, em Águas de Lindóia (SP).
Em uma platéia formada por pastores e líderes de todas as regiões do Brasil, o pastor presbiteriano citou que a Pregação Expositiva é a melhor forma para uma Igreja em crise. Segundo este modelo evita dois extemos: Corrige a Numerolatria e Numerofobia. “O pastor prágmatico não pergunte se é certo. Ele pergunta se dá certo. Muda-se a verdade em busca de resultados.”
Para ele a Igreja está se transformando em um supermercado. ”Os bancos determinam o que o púlpito vai pregar. O evangelho não é um produto de marketing. Deus não quer fã, quer discipulos. O papel do pregador não é agradar o auditório. A verdade nem sempre é popular.”
Ele enumerou ainda as vantagens da Pregação Expositiva. “Ela evita quatro perigos:Liberalismo Teológico, Sincretismo Religioso, Ortodoxia morta, Superfialidade“A maioria dos seminários estão recheados de professores com liberalismo teológico. As igrejas históricas se casaram com liberalismo teológico.” Ele encerrou com uma orientação: O sermão precsa criar uma ponte entre Deus e o Povo.Se quiser alimentar sua igreja estude.”
Por Rev Hernandes Dias Lopes
FONTE: Gospel + www.gospelmais.com.br
Em uma platéia formada por pastores e líderes de todas as regiões do Brasil, o pastor presbiteriano citou que a Pregação Expositiva é a melhor forma para uma Igreja em crise. Segundo este modelo evita dois extemos: Corrige a Numerolatria e Numerofobia. “O pastor prágmatico não pergunte se é certo. Ele pergunta se dá certo. Muda-se a verdade em busca de resultados.”
Para ele a Igreja está se transformando em um supermercado. ”Os bancos determinam o que o púlpito vai pregar. O evangelho não é um produto de marketing. Deus não quer fã, quer discipulos. O papel do pregador não é agradar o auditório. A verdade nem sempre é popular.”
Ele enumerou ainda as vantagens da Pregação Expositiva. “Ela evita quatro perigos:Liberalismo Teológico, Sincretismo Religioso, Ortodoxia morta, Superfialidade“A maioria dos seminários estão recheados de professores com liberalismo teológico. As igrejas históricas se casaram com liberalismo teológico.” Ele encerrou com uma orientação: O sermão precsa criar uma ponte entre Deus e o Povo.Se quiser alimentar sua igreja estude.”
Por Rev Hernandes Dias Lopes
FONTE: Gospel + www.gospelmais.com.br
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O crente está engajado num conflito espiritual com o mal
O crente está engajado mum conflito espiritual com o mal. Esse conflito é descrito como o cambate da fé, que continua até o crente galgar a vida do porvir.
A vitória do crente foi obtida por Cristo, mediante a sua morte na cruz. Jesus travou uma batalha triunfante contra satanás, desarmou as potências e potestades malignas, levou os cativos com Ele e redimiu o crente do dominio do malígno.
No presente, o crente está empenhado numa guerra espiritual que ele trava, mediante o poder do Espírito Santo, contra os desejos corruptos dentro de si mesmo.
O conflito espiritual interiormente no crente envolve a totalidade da sua pessoa. Esse conflito resulta ou numa completa submissão às más inclinações da "carne", o que significa voltar ao dominio do pecado; ou numa plena submissão à vontade do Espírito Santo, continuando o crente sob o senhorio de Cristo. O campo de batalha está no próprio crente, e o conflito continuará por toda a vida na terra, visto que o crente por fim reinará com Cristo. A milícia cristã deve guerrear contra todo o mal, não por seu próprio poder, mas com armas espirituais.
Na sua guerra espiritual, o crente é conclamado a suportar as aflições como bom soldado de Cristo, sofrer em prol do evangelho, combater o bom combate da fé, guerrear espiritualmente, perseverar, vencer, ser vitorioso, triunfar, defender o evangelho, combater pela fé, não se alarmar antes os que resistem, vestir toda a armadura de Deus, ficar firme, destruir as fortalezas de satanás, levar cativo todo pensamento e fortalecer-se na guerra contra o mal.
O crente trava um conflito espiritual contra satanás e uma multidão de espíritos malignos.
Os poderes das trevas são os governantes espirituais do mundo, que incitam os ímpios, se opõem à vontade de Deus e constantemente atacam os crentes.
É uma vasta multidão, altamente organizada em forma de império do mal, tendo categoria e ordens.
A guerra do crente contra as forças espirituais de satanás exige dedicação a oração, isto é, orando "no espírito", "em todo tempo", "por todos os santos", com toda perseverança". A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a cooperação com o próprio Deus. Deixar de orar diligentemente, sob todas as formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de lutar.
A "espada do espírito" que é a Palavra de Deus", é a arma ofensiva do crente, para uso na guerra contra o poder do mal. Por esta razão, satanás fará todos os esforços possíveis para subverter ou destruir a confiança do crente na Palavra. A igreja precisa defender as Escrituras inspiradas contra o argumento de que ela não é a Palavra de Deus em tudo que ensina. Abandonar a posição e a atitude de Cristo e dos apóstolos para com a Palavra de Deus é destruir seu poder de convencer, corrigir, redimir, curar, expulsar demônios e vencer o mal. Negar sua fidedignidade total, em tudo quanto ela ensina é entregar-nos a satanás, inimigo de Deus e da sua igreja.
Cristo triunfou sobre todas as forças e poderes satânicos do mundo ao morrer na cruz. Despojou-os do poder de manter homens e mulheres presos sob o domínio do mal, contra a vontade deles. Cristo desarmou o inimigo e despojou-o de suas armas. O crente estando em Cristo participa desse triunfo. Não somente logramos vitória sobre o mundo e a tentação, mas também temos o poder de guerrear contra as forças espirituais do mal.
A vitória do crente foi obtida por Cristo, mediante a sua morte na cruz. Jesus travou uma batalha triunfante contra satanás, desarmou as potências e potestades malignas, levou os cativos com Ele e redimiu o crente do dominio do malígno.
No presente, o crente está empenhado numa guerra espiritual que ele trava, mediante o poder do Espírito Santo, contra os desejos corruptos dentro de si mesmo.
O conflito espiritual interiormente no crente envolve a totalidade da sua pessoa. Esse conflito resulta ou numa completa submissão às más inclinações da "carne", o que significa voltar ao dominio do pecado; ou numa plena submissão à vontade do Espírito Santo, continuando o crente sob o senhorio de Cristo. O campo de batalha está no próprio crente, e o conflito continuará por toda a vida na terra, visto que o crente por fim reinará com Cristo. A milícia cristã deve guerrear contra todo o mal, não por seu próprio poder, mas com armas espirituais.
Na sua guerra espiritual, o crente é conclamado a suportar as aflições como bom soldado de Cristo, sofrer em prol do evangelho, combater o bom combate da fé, guerrear espiritualmente, perseverar, vencer, ser vitorioso, triunfar, defender o evangelho, combater pela fé, não se alarmar antes os que resistem, vestir toda a armadura de Deus, ficar firme, destruir as fortalezas de satanás, levar cativo todo pensamento e fortalecer-se na guerra contra o mal.
O crente trava um conflito espiritual contra satanás e uma multidão de espíritos malignos.
Os poderes das trevas são os governantes espirituais do mundo, que incitam os ímpios, se opõem à vontade de Deus e constantemente atacam os crentes.
É uma vasta multidão, altamente organizada em forma de império do mal, tendo categoria e ordens.
A guerra do crente contra as forças espirituais de satanás exige dedicação a oração, isto é, orando "no espírito", "em todo tempo", "por todos os santos", com toda perseverança". A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a cooperação com o próprio Deus. Deixar de orar diligentemente, sob todas as formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de lutar.
A "espada do espírito" que é a Palavra de Deus", é a arma ofensiva do crente, para uso na guerra contra o poder do mal. Por esta razão, satanás fará todos os esforços possíveis para subverter ou destruir a confiança do crente na Palavra. A igreja precisa defender as Escrituras inspiradas contra o argumento de que ela não é a Palavra de Deus em tudo que ensina. Abandonar a posição e a atitude de Cristo e dos apóstolos para com a Palavra de Deus é destruir seu poder de convencer, corrigir, redimir, curar, expulsar demônios e vencer o mal. Negar sua fidedignidade total, em tudo quanto ela ensina é entregar-nos a satanás, inimigo de Deus e da sua igreja.
Cristo triunfou sobre todas as forças e poderes satânicos do mundo ao morrer na cruz. Despojou-os do poder de manter homens e mulheres presos sob o domínio do mal, contra a vontade deles. Cristo desarmou o inimigo e despojou-o de suas armas. O crente estando em Cristo participa desse triunfo. Não somente logramos vitória sobre o mundo e a tentação, mas também temos o poder de guerrear contra as forças espirituais do mal.
terça-feira, 3 de maio de 2011
A sobriedade é importante em todos os sentidos
Nós, filhos de Deus devemos ser vencedores em tudo; afinal, estamos ligados ao criador e, por sermos seus filhos, não podemos envergonhar aquele que nos chamou para ser parte da sua família. Temos a obrigação de nos esforçar para mostrar aos céus que somos gratos; ao inferno que somos os herdeiros do Pai Celestial, e às pessoas que vale a pena ser crente em Jesus.
A fim de sermos exemplos para os demais, a sobriedade é importante em todos os sentidos. O sóbrio espiritual não se esforça para aparecer, mas sempre se colocar na posição de servo do Senhor, procurando ouvir, para então, tomar a melhor decisão. Ele age de modo recatado, não usa roupas escandalosas nem se mostra de modo inconveniente. Além disso, não joga conversa fora e só se expressa com relação àquilo que conhece e domina.
Já o que não é dado à sobriedade fala do que não conhece e assume compromissos sem antes, buscar a direção divina, por isso peca sempre. Em Provérbios 19.2 lemos: "Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado".
Os cristãos não deve apavorar-se com as perseguições, pois elas fazem parte do preço que ele deve pagar por ser de Deus. A Palavra garante que todos os que decidem viver de acordo com a regra divina serão perseguidos. Então, se o Senhor permite que, pelo seu amor e do evangelho de Cristo, soframos perseguições, não devemos deixar a tristeza tomar o nosso coração, mas temos de nos alegrar.
Essa era a atitude do apóstolo Paulo. Ninguém foi mais perseguido por causa da verdade do que ele, mas, mesmo assim, não se deixava levar pelo sofrimento que o assolava. Ele se referia as perseguições que lhe ocorriam, dizendo: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte".
Sabemos que as aflições não vem como castigo por alguma coisa má que tenhamos feito, mas, sim, por obra do inimigo, para tentar nos tirar da presença de Deus. Quando você estiver passando por tribulações abra os olhos e alegre-se, pois Jesus declarou: "Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós".
Não há obra mais importante em todo o mundo do que a evangelização. Deus, além de mandar seu Filho para morrer em nosso lugar, também o enviou a fim de que trouxesse a boa noticia para a humanidade. Desde aqueles dias, o mundo já estava tão tomado pelo pecado, que não deu a atenção devida ao que ele anunciava. Mas os que escutavam a mensagem do evangelho foram curados, perdoados e salvos.
Cada pessoa que ouve a pregação da Palavra sabe que o Altíssimo quer dele. Quem não cumprir a sua missão não estará qualificado para ser aceito no reino do Senhor, pois os ímpios não estarão nos céus. Por sinal, aquele que se recusa a realizar o que o criador designou para ele poderá ser responsável pelo prejuizo eterno que outros sofrerão. Paulo afirmou: "Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho". Portanto, o melhor a fazer é cumprir a sua chamada.
Ser servo de Deus dá a idéia de alguém convocado a obedecer ao Senhor em alguma missão. Agora, os que não o fazem não podem considerar-se seguidores do Senhor, pois nenhum rebelde ao plano de Deus será bem sucedido nesta vida nem na outra.
Desobedecer a Deus é um dos maiores erros que se pode praticar, pois quem não atenta para o chamado do Senhor, mesmo que tenha muito sucesso em alguma área, jamais prova da verdadeira felicidade reservada àqueles que fazem a vontade de Deus. Em sua sabedoria, Deus nos escolhe para, com Ele, fazermos o melhor, mas quem lhe desobedece, além de mostrar um caráter rebelde, declara, em outras palavras, que não o considera como soberano em seu viver.
Deus sabe porque nos criou e nos chamou para cumprir seu plano. Pobre de quem não realizar o que lhe foi dado como missão!
A fim de sermos exemplos para os demais, a sobriedade é importante em todos os sentidos. O sóbrio espiritual não se esforça para aparecer, mas sempre se colocar na posição de servo do Senhor, procurando ouvir, para então, tomar a melhor decisão. Ele age de modo recatado, não usa roupas escandalosas nem se mostra de modo inconveniente. Além disso, não joga conversa fora e só se expressa com relação àquilo que conhece e domina.
Já o que não é dado à sobriedade fala do que não conhece e assume compromissos sem antes, buscar a direção divina, por isso peca sempre. Em Provérbios 19.2 lemos: "Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado".
Os cristãos não deve apavorar-se com as perseguições, pois elas fazem parte do preço que ele deve pagar por ser de Deus. A Palavra garante que todos os que decidem viver de acordo com a regra divina serão perseguidos. Então, se o Senhor permite que, pelo seu amor e do evangelho de Cristo, soframos perseguições, não devemos deixar a tristeza tomar o nosso coração, mas temos de nos alegrar.
Essa era a atitude do apóstolo Paulo. Ninguém foi mais perseguido por causa da verdade do que ele, mas, mesmo assim, não se deixava levar pelo sofrimento que o assolava. Ele se referia as perseguições que lhe ocorriam, dizendo: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte".
Sabemos que as aflições não vem como castigo por alguma coisa má que tenhamos feito, mas, sim, por obra do inimigo, para tentar nos tirar da presença de Deus. Quando você estiver passando por tribulações abra os olhos e alegre-se, pois Jesus declarou: "Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós".
Não há obra mais importante em todo o mundo do que a evangelização. Deus, além de mandar seu Filho para morrer em nosso lugar, também o enviou a fim de que trouxesse a boa noticia para a humanidade. Desde aqueles dias, o mundo já estava tão tomado pelo pecado, que não deu a atenção devida ao que ele anunciava. Mas os que escutavam a mensagem do evangelho foram curados, perdoados e salvos.
Cada pessoa que ouve a pregação da Palavra sabe que o Altíssimo quer dele. Quem não cumprir a sua missão não estará qualificado para ser aceito no reino do Senhor, pois os ímpios não estarão nos céus. Por sinal, aquele que se recusa a realizar o que o criador designou para ele poderá ser responsável pelo prejuizo eterno que outros sofrerão. Paulo afirmou: "Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho". Portanto, o melhor a fazer é cumprir a sua chamada.
Ser servo de Deus dá a idéia de alguém convocado a obedecer ao Senhor em alguma missão. Agora, os que não o fazem não podem considerar-se seguidores do Senhor, pois nenhum rebelde ao plano de Deus será bem sucedido nesta vida nem na outra.
Desobedecer a Deus é um dos maiores erros que se pode praticar, pois quem não atenta para o chamado do Senhor, mesmo que tenha muito sucesso em alguma área, jamais prova da verdadeira felicidade reservada àqueles que fazem a vontade de Deus. Em sua sabedoria, Deus nos escolhe para, com Ele, fazermos o melhor, mas quem lhe desobedece, além de mostrar um caráter rebelde, declara, em outras palavras, que não o considera como soberano em seu viver.
Deus sabe porque nos criou e nos chamou para cumprir seu plano. Pobre de quem não realizar o que lhe foi dado como missão!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Família curada, sede do avivamnto
Uma família curada representa ter o milagre nas mãos e ser a sede de um poderoso avivamento. Quando os milagres de Deus começam a explodir dentro da sua casa, ela se transforma na sede do avivamento. Se o poder de Deus se manifesta, então a cura brota apressadamente.
Viver em uma família curada é experimentar do milagre de Deus constantemente. E milagre é a manifestação contra a esperança. Quando não há mais jeito, então Deus entra na situação.
Família não foi criada por Deus para viver endividada, sem milagre. A família deve ser carregadora da glória de Deus. A família precisa saber que Deus está vivo e faz milagres ainda nos dias de hoje. A família que se entrega ao Senhor contempla muitos milagres.
Sua família é fruto da sua declaração
Sua família é fruto da sua declaração. Você é fruto das suas declarações. Você é cúmplice das palavras liberadas por seus lábios. Sua família é o que recebe como decreto e palavras.
Somos indivíduos de memória. E é assim que Deus trabalha conosco. Os memoriais sinalizam um tempo que se encerra, porque Ele é um Deus de memorial.
Em Gênesis 3, Deus imola um cordeiro para cobrir a nudez do ser humano. E como Deus sabia que a partir de Adão toda a humanidade ficaria vulnerável ao pecado por causa da conversa com a serpente, enviou Jesus para morrer por nós, o Cordeiro Santo de Deus.
Construa um memorial para sua família
Abraão, Isaque e Jacó, os três patriarcas, fizeram memoriais para expressar que andavam com Deus. Com eles, outros líderes também construíram memoriais, como
Moisés, Josué, Elias, Eliseu, Davi, Salomão e tantos outros. Você precisa ter sensibilidade para ouvir Deus e para construir memoriais em prol da sua família.
Deus é um Deus de memorial e trabalha com os Seus filhos através de memoriais para ativar a memória deles.
Todos os líderes que constroem memoriais passam o tempo de dificuldade e alcançam a bonança. Creia nessa verdade porque ela pode chegar a sua vida e família. Deus não tem prazer em ver o sofrimento de nenhum dos Seus filhos, por isso Ele quer curar a sua casa para que ela seja sede de um poderoso avivamento.
A cura de Deus
Deus curará a sua família como um dia Ele curou a memória de Pedro. Mas, para isso, foi preciso mexer na dor. A dor sinaliza que algo está muito ruim. Talvez, ao olhar para sua família, você só veja sofrimento, dor, mazelas. Mas o Deus que você serve é Poderoso para curar sua família, para curar a memória da família.
Quando a cura do Senhor chegar, você olhará para a situação e verá apenas a cicatriz, para que você lembre que um dia doeu, mas que hoje há apenas a marca. A cura de Deus é maior que qualquer lembrança do passado, que qualquer cicatriz.
Nosso Senhor é estratégico. Nada foge do controle dEle porque Ele é estratégico. Pode levar um tempo, mas Ele virá e ministrará a cura que sua família precisa. E a sua família será sede de um poderoso avivamento. Esse silêncio na sua alma que não quer calar e que parece uma contradição e você sabe que não é, será rompido pelo Todo Poderoso.
Jesus vai curar a memória da sua família. Sua família será restituída. Assim será com você. Tão somente creia, descanse em Deus e faça a sua parte. Então, você verá o milagre brotar na sua direção, alcançando toda a sua casa.
Talvez você tenha a imagem de pai violento, pedófilo, malvado. Talvez você tenha a imagem de uma mãe arrogante, imatura. Talvez a sua vida seja baseada só em ‘talvez’, numa tremenda indecisão, fruto de uma família adoecida e que o adoeceu. Mas agora, neste momento em que você lê ou recebe este estudo, Jesus quer realizar o milagre da cura na sua vida e na sua família.
Há muita coisa escondida dentro das casas, no seio da família, por isso, os filhos estão marcados. A história está-se repetindo porque você já viveu um dia. Satanás mandou que demônios migrassem para oprimi-lo. Mas Jesus Se levanta do Trono para curar sua vida, sua casa, sua família.
Um novo memorial para a família
Em Isaías 58, Deus manda que gritemos com toda força do nosso pulmão, como se fosse voz de trombeta, de shofar, para que toda a maldição saia e a cura se manifeste apressadamente.
Satanás não entrará na sua família, nem nas suas gerações com o memorial do passado. Não! Deus traz hoje um novo memorial sobre a sua vida.
Você não pode gerar uma família doente, enferma por causa de situações provenientes do passado. Doentes não podem curar outros doentes, por causa das suas crises. Por isso, Jesus quer restituir a sua vida e a sua família.
Deus não quer nossas mentes doentes, muito menos família doentes, sofrendo traumas do passado, quando Jesus já nos libertou. Precisamos crer na cura.
Deus tem uma cura específica para a sua família, exatamente, na área em que ela precisa ser curada. Creia na cura! A cura é na mente, nas emoções, no relacionamento. Você não foi escolhido para ficar preso ao passado, através de lembranças que enfermam seus sentimentos. Hoje o Senhor providencia cura para a sua família.
FONTE: Gospel+Estudos Bíblicos
Viver em uma família curada é experimentar do milagre de Deus constantemente. E milagre é a manifestação contra a esperança. Quando não há mais jeito, então Deus entra na situação.
Família não foi criada por Deus para viver endividada, sem milagre. A família deve ser carregadora da glória de Deus. A família precisa saber que Deus está vivo e faz milagres ainda nos dias de hoje. A família que se entrega ao Senhor contempla muitos milagres.
Sua família é fruto da sua declaração
Sua família é fruto da sua declaração. Você é fruto das suas declarações. Você é cúmplice das palavras liberadas por seus lábios. Sua família é o que recebe como decreto e palavras.
Somos indivíduos de memória. E é assim que Deus trabalha conosco. Os memoriais sinalizam um tempo que se encerra, porque Ele é um Deus de memorial.
Em Gênesis 3, Deus imola um cordeiro para cobrir a nudez do ser humano. E como Deus sabia que a partir de Adão toda a humanidade ficaria vulnerável ao pecado por causa da conversa com a serpente, enviou Jesus para morrer por nós, o Cordeiro Santo de Deus.
Construa um memorial para sua família
Abraão, Isaque e Jacó, os três patriarcas, fizeram memoriais para expressar que andavam com Deus. Com eles, outros líderes também construíram memoriais, como
Moisés, Josué, Elias, Eliseu, Davi, Salomão e tantos outros. Você precisa ter sensibilidade para ouvir Deus e para construir memoriais em prol da sua família.
Deus é um Deus de memorial e trabalha com os Seus filhos através de memoriais para ativar a memória deles.
Todos os líderes que constroem memoriais passam o tempo de dificuldade e alcançam a bonança. Creia nessa verdade porque ela pode chegar a sua vida e família. Deus não tem prazer em ver o sofrimento de nenhum dos Seus filhos, por isso Ele quer curar a sua casa para que ela seja sede de um poderoso avivamento.
A cura de Deus
Deus curará a sua família como um dia Ele curou a memória de Pedro. Mas, para isso, foi preciso mexer na dor. A dor sinaliza que algo está muito ruim. Talvez, ao olhar para sua família, você só veja sofrimento, dor, mazelas. Mas o Deus que você serve é Poderoso para curar sua família, para curar a memória da família.
Quando a cura do Senhor chegar, você olhará para a situação e verá apenas a cicatriz, para que você lembre que um dia doeu, mas que hoje há apenas a marca. A cura de Deus é maior que qualquer lembrança do passado, que qualquer cicatriz.
Nosso Senhor é estratégico. Nada foge do controle dEle porque Ele é estratégico. Pode levar um tempo, mas Ele virá e ministrará a cura que sua família precisa. E a sua família será sede de um poderoso avivamento. Esse silêncio na sua alma que não quer calar e que parece uma contradição e você sabe que não é, será rompido pelo Todo Poderoso.
Jesus vai curar a memória da sua família. Sua família será restituída. Assim será com você. Tão somente creia, descanse em Deus e faça a sua parte. Então, você verá o milagre brotar na sua direção, alcançando toda a sua casa.
Talvez você tenha a imagem de pai violento, pedófilo, malvado. Talvez você tenha a imagem de uma mãe arrogante, imatura. Talvez a sua vida seja baseada só em ‘talvez’, numa tremenda indecisão, fruto de uma família adoecida e que o adoeceu. Mas agora, neste momento em que você lê ou recebe este estudo, Jesus quer realizar o milagre da cura na sua vida e na sua família.
Há muita coisa escondida dentro das casas, no seio da família, por isso, os filhos estão marcados. A história está-se repetindo porque você já viveu um dia. Satanás mandou que demônios migrassem para oprimi-lo. Mas Jesus Se levanta do Trono para curar sua vida, sua casa, sua família.
Um novo memorial para a família
Em Isaías 58, Deus manda que gritemos com toda força do nosso pulmão, como se fosse voz de trombeta, de shofar, para que toda a maldição saia e a cura se manifeste apressadamente.
Satanás não entrará na sua família, nem nas suas gerações com o memorial do passado. Não! Deus traz hoje um novo memorial sobre a sua vida.
Você não pode gerar uma família doente, enferma por causa de situações provenientes do passado. Doentes não podem curar outros doentes, por causa das suas crises. Por isso, Jesus quer restituir a sua vida e a sua família.
Deus não quer nossas mentes doentes, muito menos família doentes, sofrendo traumas do passado, quando Jesus já nos libertou. Precisamos crer na cura.
Deus tem uma cura específica para a sua família, exatamente, na área em que ela precisa ser curada. Creia na cura! A cura é na mente, nas emoções, no relacionamento. Você não foi escolhido para ficar preso ao passado, através de lembranças que enfermam seus sentimentos. Hoje o Senhor providencia cura para a sua família.
FONTE: Gospel+Estudos Bíblicos
Por que é importante temer a Deus?
“Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher. Na prosperidade repousará a sua alma, e a sua descendência herdará a terra.” Salmos 25.12-13.
Muitas vezes lemos a Bíblia como que se esta tivesse a obrigação de se tornar realidade para todas as pessoas, por sabermos que a base de existencia de Deus é o amor e a sua misericórdia, mas esquecemos da realidade de que deus é justo, tanto para conosco quanto para com ele mesmo.
Estes versículos me chamam a atenção para o cuidado particular que devemos ter para que como resposta tenhamos a benção do Pai. Deus está falando nesses versículos só para os que temem a Ele, não é para os necessitados, ou para os desejosos, nem pobres, nem fracos, nem insubmissos, mas para os que verdadeiramente temem ao Senhor, esse tem sido a maior baixa na moral do ser humano, pois vivenciamos muitos líderes que perderam o temor ao Senhor, fazendo com que igrejas inteiras não aprendam essa base de conversão, sem temor a Deus não existe conversão a Cristo. Pode até existir uma conversão ao líder, a denominação, a facilidade, ao dinheiro, mas nunca a Cristo.
“O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte” Provérbios 14:27.
“Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal” Provérbios 16:6.
Vemos nesses versículos a afirmação da necessidade do temor para evitarmos o pecado, conversão é exatamente o negar do pecado em nossas vidas, evitando-o dia após dia, ou seja, se o tmeor é o que nos faz evitar o mal, podemos sim, afirmar que sem temor o pecado é automático, a falta de temor em si, já o pecado que fará com que todos os demais pecados sejam realizados.
TEMOR – Segundo o Dic s.m. Ato ou efeito de temer; receio, susto, medo, pavor, terror: viver no temor da miséria, da velhice, da morte.ionário On line
Sentimento de respeito ou reverência: viver no temor de Deus.
Fig. Pessoa ou coisa que infunde medo, terror: o pirata era o temor dos mares.
a Palavra temor, significa respeito, reverência e essa reverência tem que fazer com que sintamos pavor, sim! Medo de errarmos e ficarmos distantes do nosso Senhor. Se é a causa de nos distanciarmos de nosso Deus, temos que temer a isso, mas o que nos trás respeito e submissão é o temor direto ao nosso Deus devemso temê-lo em todos os dias de nossa vida. sermos reverentes, vivermos como Filho/servo. Somos Filhos de Deus e recebemos tudo enquanto filhos, mas deixamos a questão de servos que nos faz vivermos a base da palavra que é servir para algo. para que temos servido a Deus, para nosso próprio louvor, para nossa própria realização, para que nossos desejos sejam realizados, como moeda de troca para com Deus. Estamos errados, devemos servir a Deus por Temor e obedecermos a Deus por temor, quanto as bençãos serão automáticas, como antes falei, todas as coisas nos serão acrescentadas, Mt. 6:33; vejam bem o simples viver no temor de Deus, irá nos auxilair em nossas decisões, enquanto não tendo temor, vivemos tomando decisões sem Deus, por nossa conta em risco, a palavra diz que Ele nos instruirá no caminho que devemos escolher (Sl 25.12), e mais ainda que nossa alma repousará na prosperidade, será que precisamos nos colocar acima de Deus para decidirmos o que é melhor para nossas vidas, sendo sabedores que se vivermos em temor a Deus teremos nossa alma repousando na prosperidade.
Sabe o que vejo? Um egoísmo enorme. porque? POrque estamos privando a nossa descendencia de herdarem a terra, quando não somos temorosos, automaticamnete, não iremos andar nos caminhos instruídos por Deus, que fará com que nossos descendentes não herdam a terra.
Vamos nos converter verdadeiramente, e vivermos em temor a Deus, para que o nosso temor nos faça mais do que vencedores!
Deus nos abençõe
Por Pr. Cristiano Mazuim
Muitas vezes lemos a Bíblia como que se esta tivesse a obrigação de se tornar realidade para todas as pessoas, por sabermos que a base de existencia de Deus é o amor e a sua misericórdia, mas esquecemos da realidade de que deus é justo, tanto para conosco quanto para com ele mesmo.
Estes versículos me chamam a atenção para o cuidado particular que devemos ter para que como resposta tenhamos a benção do Pai. Deus está falando nesses versículos só para os que temem a Ele, não é para os necessitados, ou para os desejosos, nem pobres, nem fracos, nem insubmissos, mas para os que verdadeiramente temem ao Senhor, esse tem sido a maior baixa na moral do ser humano, pois vivenciamos muitos líderes que perderam o temor ao Senhor, fazendo com que igrejas inteiras não aprendam essa base de conversão, sem temor a Deus não existe conversão a Cristo. Pode até existir uma conversão ao líder, a denominação, a facilidade, ao dinheiro, mas nunca a Cristo.
“O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte” Provérbios 14:27.
“Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal” Provérbios 16:6.
Vemos nesses versículos a afirmação da necessidade do temor para evitarmos o pecado, conversão é exatamente o negar do pecado em nossas vidas, evitando-o dia após dia, ou seja, se o tmeor é o que nos faz evitar o mal, podemos sim, afirmar que sem temor o pecado é automático, a falta de temor em si, já o pecado que fará com que todos os demais pecados sejam realizados.
TEMOR – Segundo o Dic s.m. Ato ou efeito de temer; receio, susto, medo, pavor, terror: viver no temor da miséria, da velhice, da morte.ionário On line
Sentimento de respeito ou reverência: viver no temor de Deus.
Fig. Pessoa ou coisa que infunde medo, terror: o pirata era o temor dos mares.
a Palavra temor, significa respeito, reverência e essa reverência tem que fazer com que sintamos pavor, sim! Medo de errarmos e ficarmos distantes do nosso Senhor. Se é a causa de nos distanciarmos de nosso Deus, temos que temer a isso, mas o que nos trás respeito e submissão é o temor direto ao nosso Deus devemso temê-lo em todos os dias de nossa vida. sermos reverentes, vivermos como Filho/servo. Somos Filhos de Deus e recebemos tudo enquanto filhos, mas deixamos a questão de servos que nos faz vivermos a base da palavra que é servir para algo. para que temos servido a Deus, para nosso próprio louvor, para nossa própria realização, para que nossos desejos sejam realizados, como moeda de troca para com Deus. Estamos errados, devemos servir a Deus por Temor e obedecermos a Deus por temor, quanto as bençãos serão automáticas, como antes falei, todas as coisas nos serão acrescentadas, Mt. 6:33; vejam bem o simples viver no temor de Deus, irá nos auxilair em nossas decisões, enquanto não tendo temor, vivemos tomando decisões sem Deus, por nossa conta em risco, a palavra diz que Ele nos instruirá no caminho que devemos escolher (Sl 25.12), e mais ainda que nossa alma repousará na prosperidade, será que precisamos nos colocar acima de Deus para decidirmos o que é melhor para nossas vidas, sendo sabedores que se vivermos em temor a Deus teremos nossa alma repousando na prosperidade.
Sabe o que vejo? Um egoísmo enorme. porque? POrque estamos privando a nossa descendencia de herdarem a terra, quando não somos temorosos, automaticamnete, não iremos andar nos caminhos instruídos por Deus, que fará com que nossos descendentes não herdam a terra.
Vamos nos converter verdadeiramente, e vivermos em temor a Deus, para que o nosso temor nos faça mais do que vencedores!
Deus nos abençõe
Por Pr. Cristiano Mazuim
domingo, 24 de abril de 2011
O amor a Cristo é o alicerce da verdadeira obediência
Em João 14.21-24 está escrito: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai , e eu o amarei e me manifestarei a ele.
Disse-lhe Judas (não o Iscariotes): Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós e não ao mundo?
Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.
Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouviste não é minha, mas do Pai que me enviou".
Guardar os mandamentos de Cristo não é uma questão de opção para quem quer ter a vida eterna. A nossa obediência a Cristo, embora nunca pefeita, deve porém ser real. Ela é um aspecto essencial da fé salvífica que brota do nosso amor a Ele. O amor a Cristo é o alicerce da verdadeira obediência. Sem amor a Cristo, o esforço humano de guardar seus mandamentos torna-se legalismo. A pessoa que ama a Cristo e se esforça por guardar de modo correto os seus mandamentos, Ele promete amor, graça, bênçãos especiais e sua real presença no seu interior.
Os que amam sinceramente a Jesus e obedecem as suas palavras experimentarão a presença imediata e o amor do Pai e do filho. O Pai e o filho vêm aos crentes através do Espírito Santo. deve-se notar que o amor do Pai por nós depende de amarmos a Jesus e de sermos leais à sua Palavra.
Quem não observa os ensinos de Cristo, não o ama pessoalmente e quem não o ama não têm a verdadeira fé salvífica. Dizer que ama uma pessoa permanece salva, mesmo quando deixa de amar a Cristo e passa a viver uma vida de imoralidade, blasfêmia, crueldade, homicídio, bebedeira, feitiçaria etc., contradiz de modo direto esses e outros ensinos de Jesus a respeito do amor, da obediência e da presença do Espírito Santo em nós.
Disse-lhe Judas (não o Iscariotes): Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós e não ao mundo?
Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.
Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouviste não é minha, mas do Pai que me enviou".
Guardar os mandamentos de Cristo não é uma questão de opção para quem quer ter a vida eterna. A nossa obediência a Cristo, embora nunca pefeita, deve porém ser real. Ela é um aspecto essencial da fé salvífica que brota do nosso amor a Ele. O amor a Cristo é o alicerce da verdadeira obediência. Sem amor a Cristo, o esforço humano de guardar seus mandamentos torna-se legalismo. A pessoa que ama a Cristo e se esforça por guardar de modo correto os seus mandamentos, Ele promete amor, graça, bênçãos especiais e sua real presença no seu interior.
Os que amam sinceramente a Jesus e obedecem as suas palavras experimentarão a presença imediata e o amor do Pai e do filho. O Pai e o filho vêm aos crentes através do Espírito Santo. deve-se notar que o amor do Pai por nós depende de amarmos a Jesus e de sermos leais à sua Palavra.
Quem não observa os ensinos de Cristo, não o ama pessoalmente e quem não o ama não têm a verdadeira fé salvífica. Dizer que ama uma pessoa permanece salva, mesmo quando deixa de amar a Cristo e passa a viver uma vida de imoralidade, blasfêmia, crueldade, homicídio, bebedeira, feitiçaria etc., contradiz de modo direto esses e outros ensinos de Jesus a respeito do amor, da obediência e da presença do Espírito Santo em nós.
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