Texto bíblico: "Porque já o ministério da injustiça opera; somente há um que, agora, persiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, e com todo engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E, por isso, Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira, para que sejam julgados todos os que não creram na verdade; antes, tiveram prazer na iniquidade" (2 Ts 2:7-13).
O "ministério da injustiça" é uma atividade secreta dos poderes malígnos no decurso da história da humanidade, preparando o caminho para a apostasia e o "homem do pecado". É um processo enganoso, que ilude os incrédulos, e induzirá muitos cristãos a se desviarem da verdadeira fé e aceitar a mentira personificada na igreja apóstata. Implica um espírito ou movimento contra a verdadeira fé bíblica e a lei divina, procura liberar-se das restrições morais, e deleitar-se no pecado. Embora essa tendência malígna já operasse nos dias do apóstolo Paulo, ela será comum e geral no mundo e no cristianismo, perto do fim da presente era.
Depois que satanás e o "homem do pecado" realizarem sua obra de engano e maldade, serão aniquilados quando da vinda de Cristo à terra, no fim da tribulação (Ap 19:20).
O "homem do pecado" fará mediante poder satânico, grandes sinais, maravilhas e milagres a fim de propagar o engano. "Prodígios de mentira" significa que seus milagres são sobrenaturais, parecendo autênticos, para enganar as pessoas e levá-los a crer na mentira. Tais demonstrações possivelmente serão vistas no mundo inteiro, pela televisão. Milhões de pessoas ficarão impressionadas, enganadas por esse líder altamente convicente, por não darem a devida importância à Palavra de Deus nem ter amor às suas verdades.
Desde o início da criação, o ponto principal no relacionamento entre o homem e Deus tem sido ou a rejeição da Palavra e da verdade de Deus pelo homem ou seu amor por elas. Esse assunto será também decisivo nos últimos dias desta era. Somente se salvarão aqueles que pela fé em Cristo, tiverem fervente e sincero "amor a verdade" e que creiam na Palavra de Deus e rejeitem toda nova revelação ou doutrina que conflite com a verdade divina.
Depois da retirada daquele que restringe e da manifestação do "homem do pecado", não haverá mais oportunidade de salvação para um determinado grupo de pessoas.
Esse grupo consiste de todos aqueles, dentro ou fora da igreja, que, depois de terem ouvido a Palavra de Deus, deliberada e intencionalmente se recusam a amar a dita verdade e, ao invés disso optarem pelo prazer na iniquidade.
Deus enviará aqueles indívíduos uma forte ilusão, de modo que nunca mais tenham a oportunidade de crer na verdade que se recusaram a amar. Estão eternamente condenados a crerem numa "mentira" (isto é, as prerrogativas do "homem do pecado").
O propósito de Deus ao enviar "a operação do erro", ou forte ilusão, é para que sejam condenados. Logo, para aqueles que tiverem ouvido e compreendido a Palavra de Deus, sem, porém, ter amado a verdade, preferindo os prazeres do pecado, "já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma certa expectação horrível de juízo (Hb 10:26-27).
Ter prazer no pecado quando se deveria amar a verdade será o fator decisório do julgamento da parte de Deus nos últimos dias.
Experimentarão a ira e a tribulação divina aqueles que não amaram a verdade, e sim se deleitaram no mal e na imoralidade (2 Tm 3:1). Serão entregues ao engano demoníaco, ao poder das trevas e à justiça divina (Rm 1:32; I Tm 4:1).
Sofrerão julgamento no Dia do Senhor não somente incrédulos, mas também os culpados de apostasia da verdadeira fé. Os tais preferiram o pecado ao prazer em Deus, e recusaram-se a resistir à imoralidade dos últimos dias (2 Tm 4:3-4).
Deus o abençoe ricamente
"Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" (2 Tm 4.2). Ser servo de Deus é a coisa mais preciosa que pode acontecer a uma pessoa. Servir em espírito e verdade é experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossa vida.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
O temor do Senhor
ESTUDO BÍBLICO
Texto áureo: "Temer ao SENHOR é considerá-lo com santo temor e reverência e honrá-lo como Deus, por causa da sua excelsa glória, santidade, majestade e poder. (Filipenses 2:12-13)
Texto básico: "Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, vosso Deus, para se vos ensinar, para que fizésseis na terra a que passais a possuir; para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados." (Deuteronômio 6:1-2)
INTRODUÇÃO:
Um mandamento frequente ao povo de Deus do Antigo Testamento é "temer a Deus" ou "temer ao Senhor". É importante que saibamos o que esse mandamento significa para nós como cristãos. Somente à medida que verdadeiramente tememos ao Senhor é que seremos libertos da escravidão de todas as formas de temores anormais e satânicas.
O reverente temor do poder, magestade e santidade de Deus produz em nós um santo temor em não transgredir a sua vontade revelada. Tal reverência é essencial para se obter um coração sábio. O Novo Testamento mostra que o sincero temor do SENHOR em nosso coração será acompanhado pelo consolo do Espírito Santo (Atos 9:31).
I - O SIGNIFICADO DO TEMOR DE DEUS
O mandamento geral de "temer ao SENHOR" inclui uma variedade de aspectos do relacionamento entre o cristão e Deus.
(1) É fundamental no temor a Deus, reconhecer a sua SANTIDADE, JUSTIÇA e RETIDÃO como complemento do seu amor e misericórdia, isto é, CONHECÊ-LO e COMPREENDER PLENAMENTE QUEM ELE É (Provérbios 2:1-6). Esse temor baseia-se no relacionamento que Deus é um Deus santo, cuja natureza inerente o leva a condenar o pecado.
(2) Temer ao SENHOR é considerá-lo com santo temor e reverência e honrá-lo como Deus, por causa da sua excelsa Glória, Santidade, Majestade e poder (Filipenses 2:12-13). Todo filho de Deus deve possuir um santo temor que o faça tremer diante da Palavra de Deus (Isaias 66:2) e o leve a desviar-se de todo o mal (Provérbios 3:7; 8:13).
(3) O verdadeiro temor a Deus leva o cristão a crer e confiar exclusivamente Nele para a salvação. Por exemplo: depois que os israelitas atravessaram o mar vermelho como em terra seca viram a extrema destruição do exército egípcio, "temeu o povo ao SENHOR e creu no SENHOR (Êxodo 14:31). Vendo o pavoroso juizo que Deus executou contra o exército egípcio, o povo "temeu ao SENHOR", e, vendo o livramento milagroso da parte de Deus, "creu no SENHOR". Quando temos uma revelação autêntica da majestade de Deus e dos seus juizos contra o pecado, nós nos apegamos a Deus com fé e crescemos no seu temor. O temor ao SENHOR produz ao povo de Deus esperança e confiança Nele. Não é de admirar, pois, que tais pessoas se salvem (Salmo 85:9) e desfrutem do Amor perdoador de Deus, e da sua misericórdia (lucas 1:50; Salmo 103:11,13). Deus manifesta misericórdia àqueles que verdadeiramente o temem. O temor de Deus é um temor que nos redime e nos leva a desviar-nos do mal, a guardar seus preceitos e a buscar a comunhão e a graça do SENHOR. As bênçãos que Deus dispensa àqueles que o temem são: a sua misericórdia, benegnidade e perdão (Salmo 103:11,12 e 17).
(4) Finalmente temer a Deus significa reconhecer que Ele é um Deus que se ira contra o pecado e que tem poder para catigar a quem transgride suas justas leis, tanto no tempo como na eternidade (Salmo 76:7,8).
II - AS RAZÕES PARA TERMOS TEMOR A DEUS
As razões para temer ao SENHOR vêm do significdo Temor do Senhor.
(1) Devemos temê-lo por causa do seu grande poder como o criador de todas as coisas e de todas pessoas (Salmos 33:6-9; 96:4,5; João 1:9).
(2) Além disso, o poder inspirador de santo temor que Deus excerce sobre os elementos da criação e sobre nós é motivo de temê-lo (Êxodo 20:18-20; Eclesiastes 3:14; Jonas 1:11-16; Marcos 4:39-41).
(3) Quando nós nos apercebemos da santidade do nosso Deus, isto é, sua separação do pecado, e sua aversão constante a ele, a resposta normal do espírito humano é temê-lo (Apocalípse 15:4).
(4) Todos quantos contemplarem o esplendor da glória de Deus não podem deixar de experimentar reverente temor (Mateus 17:1-8).
(5) As bênçãos contínuas que recebemos da parte de Deus, especialmente o perdão dos nossos pecados (Salmo 130:4), devem nos levar a temê-lo e a amá-lo (I Samuel 12:24; Salmos 34:9; 67:7; Jeremias 5:24).
(6) É indubitável que o fato de Deus ser um Deus de justiça, que julgará a totlidade da raça humana, gera o temor a Ele (Deteronômio 17:12,13;Isaias 59:18,19; Hebreus 10:26-31). É uma verdade solene e santa que Deus constatemente observa e avalia as nossas ações, tanto as boas quanto as más, e que seremos responsabilizados por essas ações, tanto agora como no dia do nosso julgamento individual (Hebreus 6:4-8).
III - O TEMOR DE DEUS É MUITO MAIS DO QUE UMA DOUTRINA BÍBLICA
O Temor de Deus é muito mais do que uma doutrina bíblica; ele é diretamente aplicável à nossa vida diária, de numerosas maneiras.
(1) Primeiramente, se realmente tememos ao SENHOR, temos uma vida de obediência aos seus mandamentos e damos sempre um "não" estridente ao pecdo. Uma das razões porque Deus inspirou temor aos israelitas no Monte Sinai foi para que aprendessem a disviar-se do pecado e a obedecer à sua Lei (Êxodo 20:20). Repetidas vezes no seu discurso final aos israelitas, Moisés mostrou o relacionamento entre o temor ao SENHOR e o serviço e a obediência a Ele (Deuteronômio 5:29; 6:2,24; 10:12; 13:14; 17:19; 31:12). Segundo os salmistas, temer ao SENHOR equivale deleitar-se nos seus mandamentos (Salmo 112:1) e seguir os seus preceitos (Salmo 119:63). Salomão ensinou que "pelo temor do SENHOR, os homens se desviam do mal (Provérbios 16:6; 18:13). Em Eclesiastes, o dever inteiro da raça humana resume-se em dois breves imperativos: "Teme a Deus e guarda os seus mandamentos" (Eclesiastes 12:13). Inversamente, aquele que se contenta em viver na iniquidade, assim faz porque "não há temor de Deus perante os seus olhos" (Salmo 36:1-4).
(2) O cristão deve ensinar seus filhos a temer ao SENHOR, levando-os a abandonar o pecado e a guardar os santos mandamentos de Deus (Deuteronômio 4:10;6:2,6-9_.
A Bíblia Sagrada declara frequentemente que "O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria" (Salmo 11:10; Jó 28:28).
(3) O temor de Deus tem um efeito santificante sobre o povo de Deus. Assim como há um efeito santificante na verdade da Palavra de Deus (João 17:17), assim também há um efeito santificante no temor a Deus. Esse temor inspira-nos a evitar o pecado e desviar-nos do mal (Provérbios 3:7; 8:13;16:6). Ele nos leva a ser cuidadosos e prudente no que falamos (Provérbios 10:19; Eclesiastes 5:2,6,7). Ele nos protege do colapso da nossa consciência, bem como a nossa firmeza moral. O temor do SENHOR é puro e purificar (Salmo 19:9); é santo e libertador no seu efeito.
(4) O temor do SENHOR motiva o povo de Deus a adorá-lo de todo o seu ser. Se realmente tememos a Deus, nós o adoramos e o glorificamos como o Senhor de tudo (Salmo 22:23).
(5) Deus promete que recompensará a todos que o temem. "O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida" (Provérbios 14:26,27), provisões para nossas necessidades diárias (Salmo 34:9; 11:5), e uma vida longa (Provérbios 10:27). Aqueles que temem ao SENHOR sabem que "bem sucede aos que temem a Deus", não importando o que aconteça no mundo ao redor (Eclesiastes 8:12,13).
(6) O temor ao SENHOR confere segurança e consolo espiritual extraordinário para o povo de Deus. O Novo Testamento vincula diretamente o temor de Deus ao conforto do Espirito Santo (Atos 9:31). Quem não teme ao SENHOR não tem qualquer consciêcia da sua presença, graça e proteção (Deuteronômio 1:26). Os que temem a Deus e guardam os mandamentos Dele têm experiência profunda de proteção espiritual na sua vida, e da unção do Espirito Santo.
CONCLUSÃO:
O Temor a Deus deve levar o cristão a afastar-se do mal e abandonar o pecado, o qual desagrada a Deus e destrói, tanto a nós, como aqueles a quem amamos.
O Senhor Jesus o abençoe ricamente.
Pastor Lauro Cabral
Texto áureo: "Temer ao SENHOR é considerá-lo com santo temor e reverência e honrá-lo como Deus, por causa da sua excelsa glória, santidade, majestade e poder. (Filipenses 2:12-13)
Texto básico: "Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, vosso Deus, para se vos ensinar, para que fizésseis na terra a que passais a possuir; para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados." (Deuteronômio 6:1-2)
INTRODUÇÃO:
Um mandamento frequente ao povo de Deus do Antigo Testamento é "temer a Deus" ou "temer ao Senhor". É importante que saibamos o que esse mandamento significa para nós como cristãos. Somente à medida que verdadeiramente tememos ao Senhor é que seremos libertos da escravidão de todas as formas de temores anormais e satânicas.
O reverente temor do poder, magestade e santidade de Deus produz em nós um santo temor em não transgredir a sua vontade revelada. Tal reverência é essencial para se obter um coração sábio. O Novo Testamento mostra que o sincero temor do SENHOR em nosso coração será acompanhado pelo consolo do Espírito Santo (Atos 9:31).
I - O SIGNIFICADO DO TEMOR DE DEUS
O mandamento geral de "temer ao SENHOR" inclui uma variedade de aspectos do relacionamento entre o cristão e Deus.
(1) É fundamental no temor a Deus, reconhecer a sua SANTIDADE, JUSTIÇA e RETIDÃO como complemento do seu amor e misericórdia, isto é, CONHECÊ-LO e COMPREENDER PLENAMENTE QUEM ELE É (Provérbios 2:1-6). Esse temor baseia-se no relacionamento que Deus é um Deus santo, cuja natureza inerente o leva a condenar o pecado.
(2) Temer ao SENHOR é considerá-lo com santo temor e reverência e honrá-lo como Deus, por causa da sua excelsa Glória, Santidade, Majestade e poder (Filipenses 2:12-13). Todo filho de Deus deve possuir um santo temor que o faça tremer diante da Palavra de Deus (Isaias 66:2) e o leve a desviar-se de todo o mal (Provérbios 3:7; 8:13).
(3) O verdadeiro temor a Deus leva o cristão a crer e confiar exclusivamente Nele para a salvação. Por exemplo: depois que os israelitas atravessaram o mar vermelho como em terra seca viram a extrema destruição do exército egípcio, "temeu o povo ao SENHOR e creu no SENHOR (Êxodo 14:31). Vendo o pavoroso juizo que Deus executou contra o exército egípcio, o povo "temeu ao SENHOR", e, vendo o livramento milagroso da parte de Deus, "creu no SENHOR". Quando temos uma revelação autêntica da majestade de Deus e dos seus juizos contra o pecado, nós nos apegamos a Deus com fé e crescemos no seu temor. O temor ao SENHOR produz ao povo de Deus esperança e confiança Nele. Não é de admirar, pois, que tais pessoas se salvem (Salmo 85:9) e desfrutem do Amor perdoador de Deus, e da sua misericórdia (lucas 1:50; Salmo 103:11,13). Deus manifesta misericórdia àqueles que verdadeiramente o temem. O temor de Deus é um temor que nos redime e nos leva a desviar-nos do mal, a guardar seus preceitos e a buscar a comunhão e a graça do SENHOR. As bênçãos que Deus dispensa àqueles que o temem são: a sua misericórdia, benegnidade e perdão (Salmo 103:11,12 e 17).
(4) Finalmente temer a Deus significa reconhecer que Ele é um Deus que se ira contra o pecado e que tem poder para catigar a quem transgride suas justas leis, tanto no tempo como na eternidade (Salmo 76:7,8).
II - AS RAZÕES PARA TERMOS TEMOR A DEUS
As razões para temer ao SENHOR vêm do significdo Temor do Senhor.
(1) Devemos temê-lo por causa do seu grande poder como o criador de todas as coisas e de todas pessoas (Salmos 33:6-9; 96:4,5; João 1:9).
(2) Além disso, o poder inspirador de santo temor que Deus excerce sobre os elementos da criação e sobre nós é motivo de temê-lo (Êxodo 20:18-20; Eclesiastes 3:14; Jonas 1:11-16; Marcos 4:39-41).
(3) Quando nós nos apercebemos da santidade do nosso Deus, isto é, sua separação do pecado, e sua aversão constante a ele, a resposta normal do espírito humano é temê-lo (Apocalípse 15:4).
(4) Todos quantos contemplarem o esplendor da glória de Deus não podem deixar de experimentar reverente temor (Mateus 17:1-8).
(5) As bênçãos contínuas que recebemos da parte de Deus, especialmente o perdão dos nossos pecados (Salmo 130:4), devem nos levar a temê-lo e a amá-lo (I Samuel 12:24; Salmos 34:9; 67:7; Jeremias 5:24).
(6) É indubitável que o fato de Deus ser um Deus de justiça, que julgará a totlidade da raça humana, gera o temor a Ele (Deteronômio 17:12,13;Isaias 59:18,19; Hebreus 10:26-31). É uma verdade solene e santa que Deus constatemente observa e avalia as nossas ações, tanto as boas quanto as más, e que seremos responsabilizados por essas ações, tanto agora como no dia do nosso julgamento individual (Hebreus 6:4-8).
III - O TEMOR DE DEUS É MUITO MAIS DO QUE UMA DOUTRINA BÍBLICA
O Temor de Deus é muito mais do que uma doutrina bíblica; ele é diretamente aplicável à nossa vida diária, de numerosas maneiras.
(1) Primeiramente, se realmente tememos ao SENHOR, temos uma vida de obediência aos seus mandamentos e damos sempre um "não" estridente ao pecdo. Uma das razões porque Deus inspirou temor aos israelitas no Monte Sinai foi para que aprendessem a disviar-se do pecado e a obedecer à sua Lei (Êxodo 20:20). Repetidas vezes no seu discurso final aos israelitas, Moisés mostrou o relacionamento entre o temor ao SENHOR e o serviço e a obediência a Ele (Deuteronômio 5:29; 6:2,24; 10:12; 13:14; 17:19; 31:12). Segundo os salmistas, temer ao SENHOR equivale deleitar-se nos seus mandamentos (Salmo 112:1) e seguir os seus preceitos (Salmo 119:63). Salomão ensinou que "pelo temor do SENHOR, os homens se desviam do mal (Provérbios 16:6; 18:13). Em Eclesiastes, o dever inteiro da raça humana resume-se em dois breves imperativos: "Teme a Deus e guarda os seus mandamentos" (Eclesiastes 12:13). Inversamente, aquele que se contenta em viver na iniquidade, assim faz porque "não há temor de Deus perante os seus olhos" (Salmo 36:1-4).
(2) O cristão deve ensinar seus filhos a temer ao SENHOR, levando-os a abandonar o pecado e a guardar os santos mandamentos de Deus (Deuteronômio 4:10;6:2,6-9_.
A Bíblia Sagrada declara frequentemente que "O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria" (Salmo 11:10; Jó 28:28).
(3) O temor de Deus tem um efeito santificante sobre o povo de Deus. Assim como há um efeito santificante na verdade da Palavra de Deus (João 17:17), assim também há um efeito santificante no temor a Deus. Esse temor inspira-nos a evitar o pecado e desviar-nos do mal (Provérbios 3:7; 8:13;16:6). Ele nos leva a ser cuidadosos e prudente no que falamos (Provérbios 10:19; Eclesiastes 5:2,6,7). Ele nos protege do colapso da nossa consciência, bem como a nossa firmeza moral. O temor do SENHOR é puro e purificar (Salmo 19:9); é santo e libertador no seu efeito.
(4) O temor do SENHOR motiva o povo de Deus a adorá-lo de todo o seu ser. Se realmente tememos a Deus, nós o adoramos e o glorificamos como o Senhor de tudo (Salmo 22:23).
(5) Deus promete que recompensará a todos que o temem. "O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida" (Provérbios 14:26,27), provisões para nossas necessidades diárias (Salmo 34:9; 11:5), e uma vida longa (Provérbios 10:27). Aqueles que temem ao SENHOR sabem que "bem sucede aos que temem a Deus", não importando o que aconteça no mundo ao redor (Eclesiastes 8:12,13).
(6) O temor ao SENHOR confere segurança e consolo espiritual extraordinário para o povo de Deus. O Novo Testamento vincula diretamente o temor de Deus ao conforto do Espirito Santo (Atos 9:31). Quem não teme ao SENHOR não tem qualquer consciêcia da sua presença, graça e proteção (Deuteronômio 1:26). Os que temem a Deus e guardam os mandamentos Dele têm experiência profunda de proteção espiritual na sua vida, e da unção do Espirito Santo.
CONCLUSÃO:
O Temor a Deus deve levar o cristão a afastar-se do mal e abandonar o pecado, o qual desagrada a Deus e destrói, tanto a nós, como aqueles a quem amamos.
O Senhor Jesus o abençoe ricamente.
Pastor Lauro Cabral
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Os cristãos devem estar ativamente empenhados no seu crescimento espiritual
Texto bíblico: "Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou por sua glória e virtude, pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que, pela concupiscência, há no mundo, e vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude, a ciência, e à ciência, a temperança, e à temperança, a paciência, à paciência a piedade, e à piedade, o amor fraternal, e ao amor fratwernal, a caridade. Porque, se em vós houver e aumentarem estas coisas, não vos deixarão ociosos sem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firmes e vossa vocação e eleição; porque fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cris." (2 Pedro 1:3-11)
O amor de Deus, a salvação mediante Jesus Cristo, sua intercessão por nós no céu, a habitação interior do Espírito Santo e o seu batismo, a comunhão dos santos e a inspirada Palavra de Deus foram suficientes para satisfazer as necessidades dos perdidos, nos antigos tempos da igreja, e são igualmente suficientes hoje. Absolutamente nada, poderá oferecer mais altura, profundidade, força e ajuda do que aquilo que o próprio Jesus proclamou e providenciou, e que os apóstolos testemunharam na revelação bíblica. Somente Jesus Cristo é o caminho, e a verdade, e a vida" (João 14:6).
Se o evangelho que temos hoje parece diferente é porque não é o mesmo evangelho que Cristo e os apóstolos pregaram.
Nossa participação na natureza divina é mais uma descrição do novo nascimento, mediante o qual recebemos vida divina. Participamos da natureza de Deus, para nos conformarmos com Ele e com sua santidade.
O apóstolo Pedro analista as virtudes que o cristão deve desenvolver, a fim de ser espiritualmente vitorioso e frutífero diante de Deus. A expreessão "pondo nisto mesmo toda a diligência" demonstra que os cristãos devem estar ativamente empenhados no seu crescimento espiritual. Quem se torna cristão deve imediatamente envidar todos os esforços possíveis para acrescentar à sua fé as sete qualidades citadas nos versículos 5-9 do texo bíblico de referência. Note que essas características espirituais não se desenvolvem automaticamente sem nosso esforço diligente de cultivá-las.
Nossa fé e salvação não são coisas automáticas e, nós mesmos. Continuaremos fiéis até o fim, somente se com diligência nos esforçarmos mediante a graça de Deus, para acrescentar à nossa fé as qualidades espirituais alistadas por Pedro nos versículos 5-9 do mencionado texto bíblico.
O cristão pode - e realmente deve - se esforçar para com diligência praticar as qualidades apresentadas por Pedro nos versículos referenciados. "Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da puirificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firmes a vossa vocação e eleição: porque fazendo isto, nunca jamais tropeçareis."
Alguns cristão, por causa da sua negligência, com muita dificuldades entrarão no Reino eterno (I Coríntios 3:15); ao passo que outros, que são constantes na santificação receberão muitas boas-vindas e honrarias (Mateus 25:21; 2 Timóteo 4:7,8 e 18).
Pastor Lauro Cabral
O amor de Deus, a salvação mediante Jesus Cristo, sua intercessão por nós no céu, a habitação interior do Espírito Santo e o seu batismo, a comunhão dos santos e a inspirada Palavra de Deus foram suficientes para satisfazer as necessidades dos perdidos, nos antigos tempos da igreja, e são igualmente suficientes hoje. Absolutamente nada, poderá oferecer mais altura, profundidade, força e ajuda do que aquilo que o próprio Jesus proclamou e providenciou, e que os apóstolos testemunharam na revelação bíblica. Somente Jesus Cristo é o caminho, e a verdade, e a vida" (João 14:6).
Se o evangelho que temos hoje parece diferente é porque não é o mesmo evangelho que Cristo e os apóstolos pregaram.
Nossa participação na natureza divina é mais uma descrição do novo nascimento, mediante o qual recebemos vida divina. Participamos da natureza de Deus, para nos conformarmos com Ele e com sua santidade.
O apóstolo Pedro analista as virtudes que o cristão deve desenvolver, a fim de ser espiritualmente vitorioso e frutífero diante de Deus. A expreessão "pondo nisto mesmo toda a diligência" demonstra que os cristãos devem estar ativamente empenhados no seu crescimento espiritual. Quem se torna cristão deve imediatamente envidar todos os esforços possíveis para acrescentar à sua fé as sete qualidades citadas nos versículos 5-9 do texo bíblico de referência. Note que essas características espirituais não se desenvolvem automaticamente sem nosso esforço diligente de cultivá-las.
Nossa fé e salvação não são coisas automáticas e, nós mesmos. Continuaremos fiéis até o fim, somente se com diligência nos esforçarmos mediante a graça de Deus, para acrescentar à nossa fé as qualidades espirituais alistadas por Pedro nos versículos 5-9 do mencionado texto bíblico.
O cristão pode - e realmente deve - se esforçar para com diligência praticar as qualidades apresentadas por Pedro nos versículos referenciados. "Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da puirificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firmes a vossa vocação e eleição: porque fazendo isto, nunca jamais tropeçareis."
Alguns cristão, por causa da sua negligência, com muita dificuldades entrarão no Reino eterno (I Coríntios 3:15); ao passo que outros, que são constantes na santificação receberão muitas boas-vindas e honrarias (Mateus 25:21; 2 Timóteo 4:7,8 e 18).
Pastor Lauro Cabral
domingo, 24 de maio de 2009
Que ensina a filosofia do humanismo?
Texto bíblico: "Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Colossenses 2:8-9).
O apóstolo Paulo nos adverte a vigiar contra todas as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à parte de Deus e de sua revelação escrita. Hoje, uma das maiores ameaças teológicas contra o cristianismo bíblico é o "humanismo secular", que se tornou a filosofia de base e a religião aceita em quase toda educação secular e é o ponto de vista aprovado na maior parte dos meios de comunicação e diversão no mundo inteiro.
(1) Que ensina a filosofia do humanismo?
(a) Ensina que o homem, o universo e tudo quanto existe é apenas matéria e energia moldadas ao acaso.
(b) Afirma que o homem não foi criado por um Deus pessoal, mas que resultou de um processo evolutivo.
(c) Rejeita a crença num Deus pessoal e infinito, e nega ser a Bíblia a revelação inspirada de Deus à raça humana.
(d) Afirma que não existe conhecimento à parte das descobertas feitas pelo homem, e que a razão humana determina a ética apropriada para a sociedade, fazendo do ser humano a autoridade máxima neste particular.
(e) Procura modificar ou melhorar o comportamento humano mediante educação, redistribuição econômica, psicológia moderna ou sabedoria humana.
(f) Crê que padrões morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que faz as pessoas sentirem-se felizes, que lhes dá prazer, ou que parece bom para a sociedade, de acordo com os alvos estabelecidos por seus líderes; deste modo, os valores e moralidade bíblicos são rejeitados.
(g) Considera que a auto-realização do homem, sua auto-satisfação e seu prazer são o sumo bem da vida.
(h) Sustenta que as pessoas devem aprender a lidar com a morte e com as dificuldades da vida, sem crer em Deus ou depender Dele.
(2) A filosofia do humanismo começou com satanás e é uma expressão da sua mentira de que o homem pode ser igual a Deus (Gênesis 3:5). As Escrituras identificam os humanistas como os que "mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador" (Romanos 1:25).
(3) Todos os dirigentes, pastores e pais cristãos devem envidar seus máximos esforços em proteger seus filhos da doutrinação humanista, desmascarando-lhes os erros e instilando nas mentes deles um desprezo santo pela sua influência destrutiva (Romanos 1:20-32; 2 Coríntios 10:4.5).
Pastor Lauro Cabral
O apóstolo Paulo nos adverte a vigiar contra todas as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à parte de Deus e de sua revelação escrita. Hoje, uma das maiores ameaças teológicas contra o cristianismo bíblico é o "humanismo secular", que se tornou a filosofia de base e a religião aceita em quase toda educação secular e é o ponto de vista aprovado na maior parte dos meios de comunicação e diversão no mundo inteiro.
(1) Que ensina a filosofia do humanismo?
(a) Ensina que o homem, o universo e tudo quanto existe é apenas matéria e energia moldadas ao acaso.
(b) Afirma que o homem não foi criado por um Deus pessoal, mas que resultou de um processo evolutivo.
(c) Rejeita a crença num Deus pessoal e infinito, e nega ser a Bíblia a revelação inspirada de Deus à raça humana.
(d) Afirma que não existe conhecimento à parte das descobertas feitas pelo homem, e que a razão humana determina a ética apropriada para a sociedade, fazendo do ser humano a autoridade máxima neste particular.
(e) Procura modificar ou melhorar o comportamento humano mediante educação, redistribuição econômica, psicológia moderna ou sabedoria humana.
(f) Crê que padrões morais não são absolutos, e sim relativos e determinados por aquilo que faz as pessoas sentirem-se felizes, que lhes dá prazer, ou que parece bom para a sociedade, de acordo com os alvos estabelecidos por seus líderes; deste modo, os valores e moralidade bíblicos são rejeitados.
(g) Considera que a auto-realização do homem, sua auto-satisfação e seu prazer são o sumo bem da vida.
(h) Sustenta que as pessoas devem aprender a lidar com a morte e com as dificuldades da vida, sem crer em Deus ou depender Dele.
(2) A filosofia do humanismo começou com satanás e é uma expressão da sua mentira de que o homem pode ser igual a Deus (Gênesis 3:5). As Escrituras identificam os humanistas como os que "mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador" (Romanos 1:25).
(3) Todos os dirigentes, pastores e pais cristãos devem envidar seus máximos esforços em proteger seus filhos da doutrinação humanista, desmascarando-lhes os erros e instilando nas mentes deles um desprezo santo pela sua influência destrutiva (Romanos 1:20-32; 2 Coríntios 10:4.5).
Pastor Lauro Cabral
quarta-feira, 15 de abril de 2009
A Bíblia á a única regra infalível de fé e conduta
Texto Bíblico: "E reuniram-se em volta dele os fariseus e alguns escribas que tinham vindo de Jerusalém. E, vendo que alguns dos discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar, os repreendiam. Porque os fariseus e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes; e quando voltavam do mercado, se não se lavarem não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como o lavar os copos, os jarros, e os vasos de metal, e as camas. Depois, perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Porque não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem com as mãos por lavar? E Ele respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaias acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens, como o lavar os jarros e dos copos, e fazes muitas outras coisas semelhantes a estas." (Marcos 7:1-8)
Os fariseus e os escribas cometiam o pecado do legalismo. O legalismo substitui palavras e práticas externas as atitudes internas requerida por Deus, oriundas do novo nascimento, operado por Deus e pelo Espírito Santo. Tais pessoas honram a Deus com seus lábios, enquanto de coração estão longe Dele; externamente parecem justos, mas no seu íntimo não amam de verdade.
Legalismo não é simplesmente a existência de leis, regulamentos, normas, ou regras na comunidade cristã. Pelo contrário, legalismo tem a ver com os motivos pelos quais o cristão considera a vontade de Deus à luz da sua Palavra. Qualquer motivo para se cumprir mandamentos e regras que não parta de uma fé viva em Cristo, do poder regenerador do Espírito Santo e do desejo sincero do cristão de obedecer e de agradar a Deus é legalismo.
Os fariseus e os escribas pecavam por colocar a tradição humana acima da revelação divina (Marcos 7:8).
O cristão, neste tempo da graça, continua sujeito à instituição, à disciplina e ao dever da obediência à lei de Cristo e à sua Palavra. O Novo Testamento fala da "lei perfeita da liberdade" (Tiago 1:25). da "lei real" (Tiago 2:8), da "lei de Cristo" (Gálatas 6:2) e da "lei do Espírito" (Romanos 8:2). Na Palavra de Deus, há poder para o cristão, a saber:
- Mandamentos positivos (I Tessalonicenses 5:16-18);
- Mandamentos negativos (Romanos 12:2);
- Princípios básicos (I Coríntios 8:13; e,
- Regras prescritas por líderes espirituais dotados de autoridade para legislar em assuntos espirituais (Efésios 4:11,12; I Timóteo 3:54; Hebreus 13:7,17).
Alguns fariseus invalidavam os mandamentos de Deus, preferindo as suas próprias tradições e as idéias dos homens. Os cristãos hoje devem ter cuidado para não invalidarem a Palavra de Deus por causa da tradição, de idéias populares, ou das práticas culturais dos dias de hoje. Invalidar, assim, a Palavra de Deus é tornar-se culpado desse pecado dos fariseus e dos demais líderes judaicos. Tradição ou regra deve ter base nas verdades correlatas das Escrituras Sagradas (2 Tessalonicenses 2:15). As igrejas tem de resistir à tendência de exaltar tradições religiosas, sabedoria humana ou costumes contemporâneos que se sobreponham à Bíblia. A Bíblia Sagrada é a única regra infalível de fé e conduta; jamais deve ser anulada por idéias humanas.
Pastor Lauro Cabral
Os fariseus e os escribas cometiam o pecado do legalismo. O legalismo substitui palavras e práticas externas as atitudes internas requerida por Deus, oriundas do novo nascimento, operado por Deus e pelo Espírito Santo. Tais pessoas honram a Deus com seus lábios, enquanto de coração estão longe Dele; externamente parecem justos, mas no seu íntimo não amam de verdade.
Legalismo não é simplesmente a existência de leis, regulamentos, normas, ou regras na comunidade cristã. Pelo contrário, legalismo tem a ver com os motivos pelos quais o cristão considera a vontade de Deus à luz da sua Palavra. Qualquer motivo para se cumprir mandamentos e regras que não parta de uma fé viva em Cristo, do poder regenerador do Espírito Santo e do desejo sincero do cristão de obedecer e de agradar a Deus é legalismo.
Os fariseus e os escribas pecavam por colocar a tradição humana acima da revelação divina (Marcos 7:8).
O cristão, neste tempo da graça, continua sujeito à instituição, à disciplina e ao dever da obediência à lei de Cristo e à sua Palavra. O Novo Testamento fala da "lei perfeita da liberdade" (Tiago 1:25). da "lei real" (Tiago 2:8), da "lei de Cristo" (Gálatas 6:2) e da "lei do Espírito" (Romanos 8:2). Na Palavra de Deus, há poder para o cristão, a saber:
- Mandamentos positivos (I Tessalonicenses 5:16-18);
- Mandamentos negativos (Romanos 12:2);
- Princípios básicos (I Coríntios 8:13; e,
- Regras prescritas por líderes espirituais dotados de autoridade para legislar em assuntos espirituais (Efésios 4:11,12; I Timóteo 3:54; Hebreus 13:7,17).
Alguns fariseus invalidavam os mandamentos de Deus, preferindo as suas próprias tradições e as idéias dos homens. Os cristãos hoje devem ter cuidado para não invalidarem a Palavra de Deus por causa da tradição, de idéias populares, ou das práticas culturais dos dias de hoje. Invalidar, assim, a Palavra de Deus é tornar-se culpado desse pecado dos fariseus e dos demais líderes judaicos. Tradição ou regra deve ter base nas verdades correlatas das Escrituras Sagradas (2 Tessalonicenses 2:15). As igrejas tem de resistir à tendência de exaltar tradições religiosas, sabedoria humana ou costumes contemporâneos que se sobreponham à Bíblia. A Bíblia Sagrada é a única regra infalível de fé e conduta; jamais deve ser anulada por idéias humanas.
Pastor Lauro Cabral
terça-feira, 7 de abril de 2009
A Bíblia é nossa autoridade suprema e nosso guia único como verdade
Texto bíblico: Em Deuteronômio 13:1-5 se lê: "Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodigio, e suceder o tal sinal ou prodigio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conhecestes, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, com todo vosso coração e com toda a vossa alma.
Após o SENHOR, vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis.
E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o SENHOR, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos apartar do caminho que vos ordenou o SENHOR, vosso Deus, para andares nele; assim, tirarás o mal do meio de ti."
É fundamental à comunhão do cristão com o Senhor, a sua fidelidade a Deus e à Palavra revelada dele. O bem-estar (tanto fisico como espiritual) do ser humano depende do seu relacionamento com Deus e da obediência à sua Palavra.
As vezes, o Senhor permite dificuldade em nossa vida como uma forma de, paternalmente, nos ensinar a depender dele com mais confiança, e recebermos sua Palavra com maior interesse.
Os versiculos 1-5 do texto bíblico mostram que a tentação visando a dstruir nossa lealdade a Deus, às vezes surge de pessoas parecendo espirituais. Várias interferências decorrem disso, para nossa vida como cristãos.
Deus, às vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de Deus, e que realizam "sinal ou prodigio". Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção", predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodigios. Ao mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de Deus ou subtrair partes dela. Tudo que contradiz, modifica ou altera as Escrituras deve ser rejeitado pelos fiéis de Deus. Sua Palavra, a Biblia, é nossa autoridade suprema e nosso único guia como verdade. Aceitar esses falsos pregadores significa abdicar da fidelidade total a Deus e à sua Palavra inspirada.
O Novo Testamento também, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverterão grandemente o Evangelho de Cristo nos últimos dias desta era. O cristão deve ter firme determinação quanto a sua fidelidade à revelação escrita de Deus, como a temos na Biblia Sagrada. A autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas, realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornamn-se cada vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O padrão da verdade sempre deverá ser a infalivel Palavra de Deus. Discrnir até que ponto essa pessoa se baseia nas Escrituras é um ponto fundamental para não ser enganado pelos falsos mestres e pregadores que tem surgido no meio da igreja. A Igreja precisa estar atenta no que diz respeito ao assunto em foco "Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodigios, para enganarem, se for possívcel, até os escolhidos."
As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvifica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra do homem ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
Qualque doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagens das Sagradas Escrituras.
As Sagradas Escritura como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade. Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino,de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça. Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como auroridade máxima.
Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de satanás e do mundo em nossas vidas.
Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvifica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas. Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da escritura.
Pastor Lauro Cabral.
Após o SENHOR, vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis.
E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o SENHOR, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos apartar do caminho que vos ordenou o SENHOR, vosso Deus, para andares nele; assim, tirarás o mal do meio de ti."
É fundamental à comunhão do cristão com o Senhor, a sua fidelidade a Deus e à Palavra revelada dele. O bem-estar (tanto fisico como espiritual) do ser humano depende do seu relacionamento com Deus e da obediência à sua Palavra.
As vezes, o Senhor permite dificuldade em nossa vida como uma forma de, paternalmente, nos ensinar a depender dele com mais confiança, e recebermos sua Palavra com maior interesse.
Os versiculos 1-5 do texto bíblico mostram que a tentação visando a dstruir nossa lealdade a Deus, às vezes surge de pessoas parecendo espirituais. Várias interferências decorrem disso, para nossa vida como cristãos.
Deus, às vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de Deus, e que realizam "sinal ou prodigio". Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção", predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodigios. Ao mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de Deus ou subtrair partes dela. Tudo que contradiz, modifica ou altera as Escrituras deve ser rejeitado pelos fiéis de Deus. Sua Palavra, a Biblia, é nossa autoridade suprema e nosso único guia como verdade. Aceitar esses falsos pregadores significa abdicar da fidelidade total a Deus e à sua Palavra inspirada.
O Novo Testamento também, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverterão grandemente o Evangelho de Cristo nos últimos dias desta era. O cristão deve ter firme determinação quanto a sua fidelidade à revelação escrita de Deus, como a temos na Biblia Sagrada. A autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas, realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornamn-se cada vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O padrão da verdade sempre deverá ser a infalivel Palavra de Deus. Discrnir até que ponto essa pessoa se baseia nas Escrituras é um ponto fundamental para não ser enganado pelos falsos mestres e pregadores que tem surgido no meio da igreja. A Igreja precisa estar atenta no que diz respeito ao assunto em foco "Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodigios, para enganarem, se for possívcel, até os escolhidos."
As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvifica a favor da humanidade, em Cristo Jesus. Por isso, as Escrituras são incomparáveis, eternamente completas e incomparavelmente obrigatórias. Nenhuma palavra do homem ou declarações de instituições religiosas igualam-se à autoridade delas.
Qualque doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagens das Sagradas Escrituras.
As Sagradas Escritura como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade. Na igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino,de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça. Ninguém pode submeter-se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como auroridade máxima.
Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de satanás e do mundo em nossas vidas.
Todos na igreja devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvifica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas. Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da escritura.
Pastor Lauro Cabral.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Jesus Cristo é o único e grande alicerce da igreja
Texto bíblico: "E chegando Jesus às partes de Cesaréia de Felipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do Homem? E eles disseram: Uns, João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Respondeu-lhe Jesus: Bem aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." (Mateus 16.13-19).
As "portas do inferno" representam satanás e todo o mau no mundo, lutando para destruir a igreja do Senhor Jesus Cristo.
Este texto não quer dizer que nenhum cristão como pessoas humana, igreja local, confederação de igrejas ou denominação cristã, jamais chegará a cair na imoralidade, nos erros de doutrina ou na apostasia. O próprio Jesus predisse que muitos decairão da fé e Ele adverte as igrejas que estão abandonando a fé neotestamentária a voltar-se do pecado ou sofrer a pena da remoção do seu reino. A promessa do versículo dezoito do texto em questão não se aplica aqueles que negam a fé, nem às igrejas mornas.
O que Cristo quer dizer é que, a pesar de satanás fazer o pior que pode, a despeito da apostasia que ocorre entre os cristãos, das igrejas que ficam mornas e dos falsos mestres que se infiltram no Reino de Deus, a igreja não será destruída. Deus, pela sua graça, sabedoria e poder soberanos, sempre terá um remanescente de cristãos e de igrejas que, no decurso de toda a hitória da redenção, permanecerá fiel ao evangelho original de Cristo e dos apóstolos e que experimentará a comunhão com Ele, o senhorio de Cristo e o poder do Espírito Santo. Como o povo genuíno de Deus, esses cristãos demonstrarão o poder do Espírito Santo contra satanás, o pecado, a doença, o mundo e as forças do mau. É essa igreja que satanás com todas as suas hostes não poderá destruir nem resistir.
O significado desta passagem de Mateus 16.18 é que Cristo edificará a sua igreja sobre a verdade da confissão feita pelo apóstolo Pedro e os demais discípulos, isto é, que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus emprega um trocadilho. Ele chama seu discípulo de "Pedro" (gr. Petros, que significa uma pedra pequena). A seguir, Ele diz: Sobre esta pedra (gr. petra, que significa uma grande rocha maciça ou rochedo) edificarei a minha igreja, isto é, sobre a confissão feita por Pedro.
É Jesus Cristo que é a pedra (I Coríntios 3.11). Pedro declara que Jesus é a "pedra viva...eleita e preciosa...a pedra que os edificadores reprovaram" (I Pedro 2.4,6,7; Atos 4.11). Pedro e os demais discípulos são "pedras vivas" como parte da estrutura da casa espiritual (a igreja) que Deus está edificando (I Pedro 2.5).
Em lugar nenhum as Escrituras declaram que Pedro seria a autoridade suprema e ifalível sobre todos os demais discípulos (Atos 15; Gálatas 2.11). Nem está dito, também, na Bíblia que Pedro teria sucessores infalíveis, representantes de Cristo e cabeça da igreja. Tais idéias são injunções do homem e não é verdade das Escrituras Sagradas.
As "chaves" representam a autoridade que Deus delegou a Pedro e à igreja. Estas chaves são usadas para:
(1) Repreender o pecado e levar a efeito a disciplina eclesiástica;
(2) Orar de modo eficaz em prol da causa de Deus na terra;
(3) Dominar as forças do mau e libertar os cativos;
(4) Anunciar a culpa do pecado, o padrão divino da justiça e o juízo vindouro; e,
(5) Proclamar a salvação e o perdão dos pecados para todos quantos se arrependem e crêem em Cristo.
Jesus prometeu aos genuinos cristãos autoridade sobre o poder de satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do Espírito Santo. Desta maneira, podemos nos livrar dos poderes das trevas e declarar guerra contra satanás segundo o propósito de Deus, ir onde satanás está (qualquer lugar onde ele tem fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra de Deus, destruir suas armas de engano e tentação demoníacos, apoderar-se de bens ou posses, isto é, libertando os cativos do inimigo e entregando-os a Deus para que recebam perdão e santrificação mediante a fé em Cristo.
Pastor Lauro Cabral
As "portas do inferno" representam satanás e todo o mau no mundo, lutando para destruir a igreja do Senhor Jesus Cristo.
Este texto não quer dizer que nenhum cristão como pessoas humana, igreja local, confederação de igrejas ou denominação cristã, jamais chegará a cair na imoralidade, nos erros de doutrina ou na apostasia. O próprio Jesus predisse que muitos decairão da fé e Ele adverte as igrejas que estão abandonando a fé neotestamentária a voltar-se do pecado ou sofrer a pena da remoção do seu reino. A promessa do versículo dezoito do texto em questão não se aplica aqueles que negam a fé, nem às igrejas mornas.
O que Cristo quer dizer é que, a pesar de satanás fazer o pior que pode, a despeito da apostasia que ocorre entre os cristãos, das igrejas que ficam mornas e dos falsos mestres que se infiltram no Reino de Deus, a igreja não será destruída. Deus, pela sua graça, sabedoria e poder soberanos, sempre terá um remanescente de cristãos e de igrejas que, no decurso de toda a hitória da redenção, permanecerá fiel ao evangelho original de Cristo e dos apóstolos e que experimentará a comunhão com Ele, o senhorio de Cristo e o poder do Espírito Santo. Como o povo genuíno de Deus, esses cristãos demonstrarão o poder do Espírito Santo contra satanás, o pecado, a doença, o mundo e as forças do mau. É essa igreja que satanás com todas as suas hostes não poderá destruir nem resistir.
O significado desta passagem de Mateus 16.18 é que Cristo edificará a sua igreja sobre a verdade da confissão feita pelo apóstolo Pedro e os demais discípulos, isto é, que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Jesus emprega um trocadilho. Ele chama seu discípulo de "Pedro" (gr. Petros, que significa uma pedra pequena). A seguir, Ele diz: Sobre esta pedra (gr. petra, que significa uma grande rocha maciça ou rochedo) edificarei a minha igreja, isto é, sobre a confissão feita por Pedro.
É Jesus Cristo que é a pedra (I Coríntios 3.11). Pedro declara que Jesus é a "pedra viva...eleita e preciosa...a pedra que os edificadores reprovaram" (I Pedro 2.4,6,7; Atos 4.11). Pedro e os demais discípulos são "pedras vivas" como parte da estrutura da casa espiritual (a igreja) que Deus está edificando (I Pedro 2.5).
Em lugar nenhum as Escrituras declaram que Pedro seria a autoridade suprema e ifalível sobre todos os demais discípulos (Atos 15; Gálatas 2.11). Nem está dito, também, na Bíblia que Pedro teria sucessores infalíveis, representantes de Cristo e cabeça da igreja. Tais idéias são injunções do homem e não é verdade das Escrituras Sagradas.
As "chaves" representam a autoridade que Deus delegou a Pedro e à igreja. Estas chaves são usadas para:
(1) Repreender o pecado e levar a efeito a disciplina eclesiástica;
(2) Orar de modo eficaz em prol da causa de Deus na terra;
(3) Dominar as forças do mau e libertar os cativos;
(4) Anunciar a culpa do pecado, o padrão divino da justiça e o juízo vindouro; e,
(5) Proclamar a salvação e o perdão dos pecados para todos quantos se arrependem e crêem em Cristo.
Jesus prometeu aos genuinos cristãos autoridade sobre o poder de satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do Espírito Santo. Desta maneira, podemos nos livrar dos poderes das trevas e declarar guerra contra satanás segundo o propósito de Deus, ir onde satanás está (qualquer lugar onde ele tem fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra de Deus, destruir suas armas de engano e tentação demoníacos, apoderar-se de bens ou posses, isto é, libertando os cativos do inimigo e entregando-os a Deus para que recebam perdão e santrificação mediante a fé em Cristo.
Pastor Lauro Cabral
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