terça-feira, 7 de junho de 2011

A mensagem da cruz

A mensagem da cruz não somente abrange a sabedoria e a verdade, mas também o poder ativo de Deus, para salvar, curar , expulsar demônios e redimir as almas do poder do pecado.
A sabedoria deste mundo é uma sabedoria que exclui a Deus, que glorifica a auto-suficiência humana, que faz do homem a autoridade suprema e que se recusa a reconhecer a revelação de Deus em Jesus Cristo.
A essa sabedoria Deus chama de loucura, porque por ela o homem não conseguiu descobrir a verdade, nem conhecer o seu criador.
O crente deve manifestar desprezo segundo Deus, ante a sabedoria humana e a comosvisão. O evangelho e a mensagem da cruz nunca devem ser acomodados à filosofia, à ciência ou a qualquer outra forma de sabedoria humana. Em II Colossenses 2:8 lemos: "Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo". Neste versículo o apóstolo Paulo nos adverte a vigiar contra todas as filosofias, religiões e tradições que destacam a importância do homem à parte de Deus e de sua revelação escrita.
Não é o método da pregação que é tido como loucura pela sabedoria humana, mas a mensagem do supremo senhorio de Cristo crucificado e ressurreto. "Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens". Além disso, Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes".
Através da crucificação e da ressurreição de Jesus e da escolha de coisas humildes deste mundo Deus aniquila as coisas estimadas desta presente era. Deus está atualmente aniquilando a filosofia e a psicologia humanistas, bem como todos os demais sistemas mundanos.
É mediante Cristo, em Cristo e com Cristo, que o crente recebe sabedoria da parte de Deus e experimenta a justiça, a santificação e a redenção. Enquanto estivermos ligados com Cristo, ele é a fonte de todas as bênçãos.
O conteúdo da pregação de Paulo não foi segundo a última expressão da "sabedoria" humana, quer no mundo, quer na igreja. Antes, concentrava sua atenção, na verdade central do evangelho (a redenção de Cristo) e no poder do Espírito Santo. Ele tinha plena consciência das suas limitações, da sua insuficiência pessoal e dos seus temores e tremores interiores. Daí, ele não dependia de si mesmo, mas da sua mensagem bíblica e do Espírito Santo. Como resultado, houve uma maior demonstração da obra e do poder do Espírito Santo.

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